E o que dizemos em silêncio?

Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Salmos 139:23, 24).

Um jovem dizia ao líder de missões de sua igreja: “Eu gostaria muito de ser um bom pregador. Porém, eu falo e ninguém me ouve.” O outro, que estava atento, perguntou: “E o que você não fala, alguém ouve?”

Na vida espiritual, devemos falar de Jesus e do Seu imenso amor. Devemos proclamar, com muita alegria, que Ele salva e transforma o pecador. Porém, a maior de nossas pregações é a que dizemos em silêncio, sem uma palavra sequer. É a pregação de nosso testemunho pessoal, da nossa própria transformação. As nossas atitudes chamam muito mais a atenção do que todas as palavras que usarmos em nossa evangelização.

O amor que demonstramos é mais valioso que todos os versos bíblicos sobre o amor. A fé que manifestamos vence com facilidade um confronto com a fé que declaramos em palavras. É o que faço — e não apenas o que falo — que produz os frutos para a glória de Deus.

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