Olá, pessoal. Graça e paz!
Vamos para mais um dia de nossa leitura. Espero que a palavra do Senhor continue sendo sua companheira e que o Santo Espírito do Senhor se revele um pouco mais em sua vida.
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Leitura do dia
Atos 21 | Juízes 9-10 | Salmos 132
Juízes 9-10
Juízes – 9
1 – Abimeleque, filho de Jerubaal, foi aos irmãos de sua mãe em Siquém e disse a eles e a todo o clã da família de sua mãe:
2 – “Perguntem a todos os cidadãos de Siquém: O que é melhor para vocês: ter todos os setenta filhos de Jerubaal governando sobre vocês, ou somente um homem? Lembrem-se de que eu sou sua própria carne”.
3 – Os irmãos de sua mãe repetiram tudo aos cidadãos de Siquém, e estes se mostraram propensos a seguir Abimeleque, pois disseram: “Ele é nosso irmão”.
4 – Deram-lhe setenta peças de prata tiradas do templo de Baal-Berite, as quais Abimeleque usou para contratar alguns desocupados e vadios, que se tornaram seus seguidores.
5 – Foi à casa de seu pai em Ofra e matou seus setenta irmãos, filhos de Jerubaal, sobre uma rocha. Mas Jotão, o filho mais novo de Jerubaal, escondeu-se e escapou.
6 – Então todos os cidadãos de Siquém e de Bete-Milo reuniram-se ao lado do Carvalho, junto à coluna de Siquém, para coroar Abimeleque rei.
7 – Quando Jotão soube disso, subiu ao topo do monte Gerizim e gritou para eles: “Ouçam-me, cidadãos de Siquém, para que Deus os ouça.
8 – Certo dia as árvores saíram para ungir um rei para si. Disseram à oliveira: ‘Seja o nosso rei! ’
9 – “A oliveira, porém, respondeu: ‘Deveria eu renunciar ao meu azeite, com o qual se presta honra aos deuses e aos homens, para dominar sobre as árvores? ’
10 – “Então as árvores disseram à figueira: ‘Venha ser o nosso rei! ’
11 – “A figueira, porém, respondeu: ‘Deveria eu renunciar ao meu fruto saboroso e doce, para dominar sobre as árvores? ’
12 – “Depois as árvores disseram à videira: ‘Venha ser o nosso rei! ’
13 – “A videira, porém, respondeu: ‘Deveria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para ter domínio sobre as árvores? ’
14 – “Finalmente todas as árvores disseram ao espinheiro: ‘Venha ser o nosso rei! ’
15 – “O espinheiro disse às árvores: ‘Se querem realmente ungir-me rei sobre vocês, venham abrigar-se à minha sombra; do contrário, sairá fogo do espinheiro e consumirá até os cedros do Líbano! ’
16 – “Será que vocês agiram de fato com sinceridade quando fizeram Abimeleque rei? Foram justos com Jerubaal e sua família, como ele merecia?
17 – Meu pai lutou por vocês e arriscou a vida para livrá-los das mãos de Midiã,
18 – hoje, porém, vocês se revoltaram contra a família de meu pai, mataram seus setenta filhos sobre a mesma rocha, e proclamaram Abimeleque, o filho de sua escrava, rei sobre os cidadãos de Siquém pelo fato de ser irmão de vocês.
19 – Se hoje vocês de fato agiram com sinceridade para com Jerubaal e sua família, alegrem-se com Abimeleque, e alegre-se ele com vocês!
20 – Entretanto, se não foi assim, que saia fogo de Abimeleque e consuma os cidadãos de Siquém e de Bete-Milo, e que saia fogo dos cidadãos de Siquém e de Bete-Milo, e consuma Abimeleque! “
21 – Depois Jotão fugiu para Beer, e foi morar ali, longe de seu irmão Abimeleque.
22 – Fazia três anos que Abimeleque governava Israel,
23 – quando Deus enviou um espírito maligno entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém, e estes agiram traiçoeiramente contra Abimeleque.
24 – Isso aconteceu para que o crime contra os setenta filhos de Jerubaal, o derramamento do sangue deles, fosse vingado em seu irmão Abimeleque e nos cidadãos de Siquém que o ajudaram a assassinar os seus irmãos.
25 – Os cidadãos de Siquém enviaram homens para o alto das colinas para emboscarem os que passassem por ali, e Abimeleque foi informado disso.
26 – Nesse meio tempo Gaal, filho de Ebede, mudou-se com seus parentes para Siquém, cujos cidadãos confiavam nele.
27 – Sucedeu que foram ao campo, colheram uvas, pisaram-nas, e fizeram uma festa no templo do seu deus. Comendo e bebendo, amaldiçoaram Abimeleque.
28 – Então Gaal, filho de Ebede, disse: “Quem é Abimeleque para que o sirvamos? E quem é Siquém? Não é ele o filho de Jerubaal, e não é Zebul o seu representante? Sirvam aos homens de Hamor, o pai de Siquém! Por que servir a Abimeleque?
29 – Ah! Se eu tivesse esse povo sob o meu comando! Eu me livraria dele. E diria a Abimeleque: ‘Mobilize o seu exército e venha! ’”
30 – Quando Zebul, o governante da cidade, ouviu o que dizia Gaal, filho de Ebede, ficou indignado.
31 – Secretamente enviou mensageiros a Abimeleque dizendo: “Gaal, filho de Ebede, e seus parentes vieram a Siquém e estão agitando a cidade contra você.
32 – Venha de noite, você e seus homens, e fiquem à espera no campo.
33 – De manhã, ao nascer do sol, avance contra a cidade. Quando Gaal e sua tropa atacarem, faça com eles o que achar melhor”.
34 – E assim Abimeleque e todas as suas tropas partiram de noite e prepararam emboscadas perto de Siquém, em quatro companhias.
35 – Ora, Gaal, filho de Ebede, tinha saído e estava à porta da cidade quando Abimeleque e seus homens saíram da sua emboscada.
36 – Quando Gaal os viu, disse a Zebul: “Veja, vem gente descendo do alto das colinas! ” Zebul, porém, respondeu: “Você está confundindo as sombras dos montes com homens”.
37 – Mas Gaal tornou a falar: “Veja, vem gente descendo da parte central do território, e uma companhia está vindo pelo caminho do carvalho dos Adivinhadores”.
38 – Disse-lhe Zebul: “Onde está toda aquela sua conversa? Você dizia: ‘Quem é Abimeleque, para que o sirvamos? ’ Não são estes os homens que você ridicularizou? Saia e lute contra eles! “
39 – Então Gaal conduziu para fora os cidadãos de Siquém e lutou contra Abimeleque.
40 – Abimeleque o perseguiu, e ele fugiu. Muitos dos homens de Siquém caíram mortos ao longo de todo o caminho, até à porta da cidade.
41 – Abimeleque permaneceu em Arumá. E Zebul expulsou Gaal e os seus parentes de Siquém.
42 – No dia seguinte o povo de Siquém saiu aos campos, e Abimeleque ficou sabendo disso.
43 – Então dividiu os seus homens em três companhias e armou emboscadas no campo. Quando viu o povo saindo da cidade, levantou-se contra ele e atacou-o.
44 – Abimeleque e as tropas que estavam com ele avançaram até à porta da cidade. Então duas companhias avançaram sobre os que estavam nos campos e os mataram.
45 – E Abimeleque atacou a cidade o dia todo, até conquistá-la e matar o seu povo. Depois destruiu a cidade e espalhou sal sobre ela.
46 – Ao saberem disso, os cidadãos que estavam na torre de Siquém entraram na fortaleza do templo de El-Berite.
47 – Quando Abimeleque soube que se haviam reunido lá,
48 – ele e todos os seus homens subiram o monte Zalmom. Ele apanhou um machado e cortou um galho de árvore e o pôs nos ombros. Então deu esta ordem aos homens que estavam com ele: “Rápido! Façam o que eu fizer! “
49 – Todos os homens cortaram galhos e seguiram Abimeleque. Empilharam os galhos junto à fortaleza e a incendiaram. Assim morreu também o povo que estava na torre de Siquém, cerca de mil homens e mulheres.
50 – A seguir Abimeleque foi a Tebes, sitiou-a e conquistou-a.
51 – Mas dentro da cidade havia uma torre bastante forte, para a qual fugiram todos os homens e mulheres, todo o povo da cidade. Trancaram-se por dentro e subiram para o telhado da torre.
52 – Abimeleque foi para a torre e atacou-a. E, quando se aproximava da entrada da torre para incendiá-la,
53 – uma mulher jogou-lhe uma pedra de moinho na cabeça, que lhe rachou o crânio.
54 – Imediatamente ele chamou seu escudeiro e lhe ordenou: “Tire a espada e mate-me, para que não digam que uma mulher me matou”. Então o jovem o atravessou, e ele morreu.
55 – Quando os israelitas viram que Abimeleque estava morto, voltaram para casa.
56 – Assim Deus retribuiu a maldade que Abimeleque praticara contra o seu pai, matando os seus setenta irmãos.
57 – Deus fez também os homens de Siquém pagarem por toda a sua maldade. A maldição de Jotão, filho de Jerubaal, caiu sobre eles.
Juízes – 10
1 – Depois de Abimeleque, um homem de Issacar chamado Tolá, filho de Puá, filho de Dodô, levantou-se para libertar Israel. Ele morava em Samir, nos montes de Efraim,
2 – e liderou Israel durante vinte e três anos; então morreu e foi sepultado em Samir.
3 – Depois dele veio Jair, de Gileade, que liderou Israel durante vinte e dois anos.
4 – Teve trinta filhos, que montavam trinta jumentos. Eles tinham autoridade sobre trinta cidades, as quais até hoje são chamadas povoados de Jair e ficam em Gileade.
5 – Quando Jair morreu, foi sepultado em Camom.
6 – Mais uma vez os israelitas fizeram o que o Senhor reprova. Serviram aos baalins e aos postes sagrados, e aos deuses de Arã, aos deuses de Sidom, aos deuses de Moabe, aos deuses dos amonitas e aos deuses dos filisteus. E como os israelitas abandonaram o Senhor e não mais lhe prestaram culto,
7 – a ira do Senhor se acendeu contra eles. Ele os entregou nas mãos dos filisteus e dos amonitas,
8 – que naquele ano os humilharam e os oprimiram. Durante dezoito anos oprimiram a todos os israelitas do lado leste do Jordão, em Gileade, terra dos amorreus.
9 – Os amonitas também atravessaram o Jordão para lutar contra Judá, contra Benjamim e contra a tribo de Efraim; e grande angústia dominou Israel.
10 – Então os israelitas clamaram ao Senhor, dizendo: “Temos pecado contra ti, pois abandonamos o nosso Deus e prestamos culto aos baalins! “
11 – O Senhor respondeu: “Quando os egípcios, os amorreus, os amonitas, os filisteus,
12 – os sidônios, os amalequitas e os maonitas os oprimiram, e vocês clamaram a mim, e eu os libertei das mãos deles.
13 – Mas vocês me abandonaram e prestaram culto a outros deuses. Por isso não os livrarei mais.
14 – Clamem aos deuses que vocês escolheram. Que eles os livrem na hora do aperto! “
15 – Os israelitas, porém, disseram ao Senhor: “Nós pecamos. Faze conosco o que achares melhor, mas te rogamos, livra-nos agora”.
16 – Então eles se desfizeram dos deuses estrangeiros que havia entre eles e prestaram culto ao Senhor. E ele não pôde mais suportar o sofrimento de Israel.
17 – Quando os amonitas foram convocados e acamparam em Gileade, os israelitas reuniram-se e acamparam em Mispá.
18 – Os líderes do povo de Gileade disseram uns aos outros: “Quem iniciar o ataque contra os amonitas será chefe dos que vivem em Gileade”.
versão: NVI(Br)
Salmos 132
Salmos – 132
1 – Senhor, lembra-te de Davi e das dificuldades que enfrentou.
2 – Ele jurou ao Senhor e fez um voto ao Poderoso de Jacó:
3 – “Não entrarei na minha tenda e não me deitarei no meu leito;
4 – não permitirei que os meus olhos peguem no sono nem que as minhas pálpebras descansem,
5 – enquanto não encontrar um lugar para o Senhor, uma habitação para o Poderoso de Jacó”.
6 – Soubemos que a arca estava em Efrata, mas nós a encontramos nos campos de Jaar:
7 – “Vamos para habitação dele! Vamos adorá-lo diante do estrado de seus pés!
8 – Levanta-te, Senhor, e vem para o teu lugar de descanso, tu e a arca onde está o teu poder.
9 – Vistam-se de retidão os teus sacerdotes; cantem de alegria os teus fiéis”.
10 – Por amor ao teu servo Davi, não rejeites o teu ungido.
11 – O Senhor fez um juramento a Davi, um juramento firme que ele não revogará: “Colocarei um dos seus descendentes no seu trono.
12 – Se os seus filhos forem fiéis à minha aliança e aos testemunhos que eu lhes ensino, também os filhos deles o sucederão no trono para sempre”.
13 – O Senhor escolheu Sião, com o desejo de fazê-la sua habitação:
14 – “Este será o meu lugar de descanso para sempre; aqui firmarei o meu trono, pois esse é o meu desejo.
15 – Abençoarei este lugar com fartura; os seus pobres suprirei de pão.
16 – Vestirei de salvação os seus sacerdotes e os seus fiéis a celebrarão com grande alegria.
17 – “Ali farei renascer o poder de Davi e farei brilhar a luz do meu ungido.
18 – Vestirei de vergonha os seus inimigos, mas nele brilhará a sua coroa”.
versão: NVI(Br)
Atos 21
Atos dos Apóstolos – 21
1 – Depois de nos separarmos deles, embarcamos e navegamos diretamente para Cós. No dia seguinte fomos para Rodes, e dali até Pátara.
2 – Encontrando um navio que ia fazer a travessia para a Fenícia, embarcamos nele e partimos.
3 – Depois de avistarmos Chipre e seguirmos rumo sul, navegamos para a Síria. Desembarcamos em Tiro, onde o nosso navio deveria deixar sua carga.
4 – Encontrando os discípulos dali, ficamos com eles sete dias. Eles, pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém.
5 – Mas quando terminou o nosso tempo ali, partimos e continuamos nossa viagem. Todos os discípulos, com suas mulheres e filhos, nos acompanharam até fora da cidade, e ali na praia nos ajoelhamos e oramos.
6 – Depois de nos despedirmos, embarcamos, e eles voltaram para casa.
7 – Demos prosseguimento à nossa viagem partindo de Tiro, e aportamos em Ptolemaida, onde saudamos os irmãos e passamos um dia com eles.
8 – Partindo no dia seguinte, chegamos a Cesaréia e ficamos na casa de Filipe, o evangelista, um dos sete.
9 – Ele tinha quatro filhas virgens, que profetizavam.
10 – Depois de passarmos ali vários dias, desceu da Judéia um profeta chamado Ágabo.
11 – Vindo ao nosso encontro, tomou o cinto de Paulo e, amarrando as suas próprias mãos e pés, disse: “Assim diz o Espírito Santo: ‘Desta maneira os judeus amarrarão o dono deste cinto em Jerusalém e o entregarão aos gentios’ “.
12 – Quando ouvimos isso, nós e o povo dali rogamos a Paulo que não subisse para Jerusalém.
13 – Então Paulo respondeu: “Por que vocês estão chorando e partindo o meu coração? Estou pronto não apenas para ser amarrado, mas também para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus”.
14 – Como não pudemos dissuadi-lo, desistimos e dissemos: “Seja feita a vontade do Senhor”.
15 – Depois disso, preparamo-nos e subimos para Jerusalém.
16 – Alguns dos discípulos de Cesaréia nos acompanharam e nos levaram à casa de Mnasom, onde devíamos ficar. Ele era natural de Chipre e um dos primeiros discípulos.
17 – Quando chegamos em Jerusalém, os irmãos nos receberam com alegria.
18 – No dia seguinte Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros estavam presentes.
19 – Paulo os saudou e relatou minuciosamente o que Deus havia feito entre os gentios por meio do seu ministério.
20 – Ouvindo isso, eles louvaram a Deus e disseram a Paulo: “Veja, irmão, quantos milhares de judeus creram, e todos eles são zelosos da lei.
21 – Eles foram informados de que você ensina todos os judeus que vivem entre os gentios a se afastarem de Moisés, dizendo-lhes que não circuncidem seus filhos nem vivam de acordo com os nossos costumes.
22 – Que faremos? Certamente eles saberão que você chegou;
23 – portanto, faça o que lhe dizemos. Estão conosco quatro homens que fizeram um voto.
24 – Participe com esses homens dos rituais de purificação e pague as despesas deles, para que rapem a cabeça. Então todos saberão que não é verdade o que falam de você, mas que você continua vivendo em obediência à lei.
25 – Quanto aos gentios convertidos, já lhes escrevemos a nossa decisão de que eles devem abster-se de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual”.
26 – No dia seguinte Paulo tomou aqueles homens e purificou-se juntamente com eles. Depois foi ao templo para declarar o prazo do cumprimento dos dias da purificação e da oferta que seria feita individualmente em favor deles.
27 – Quando já estavam para terminar os sete dias, alguns judeus da Província da Ásia, vendo Paulo no templo, agitaram toda a multidão e o agarraram,
28 – gritando: “Israelitas, ajudem-nos! Este é o homem que ensina a todos em toda parte contra o nosso povo, contra a nossa lei e contra este lugar. Além disso, ele fez entrar gregos no templo e profanou este santo lugar”.
29 – Anteriormente eles haviam visto o efésio Trófimo na cidade com Paulo e julgaram que Paulo o tinha introduzido no templo.
30 – Toda a cidade ficou alvoroçada, e juntou-se uma multidão. Agarrando Paulo, arrastaram-no para fora do templo, e imediatamente as portas foram fechadas.
31 – Tentando eles matá-lo, chegaram notícias ao comandante das tropas romanas de que toda a cidade de Jerusalém estava em tumulto.
32 – Ele reuniu imediatamente alguns oficiais e soldados, e com eles correu para o meio da multidão. Quando viram o comandante e os seus soldados, pararam de espancar Paulo.
33 – O comandante chegou, prendeu-o e ordenou que ele fosse amarrado com duas correntes. Então perguntou quem era ele e o que tinha feito.
34 – Alguns da multidão gritavam uma coisa, outros gritavam outra; não conseguindo saber ao certo o que havia acontecido, por causa do tumulto, o comandante ordenou que Paulo fosse levado para a fortaleza.
35 – Quando chegou às escadas, a violência do povo era tão grande que ele precisou ser carregado pelos soldados.
36 – A multidão que o seguia continuava gritando: “Acaba com ele! “
37 – Quando os soldados estavam para introduzir Paulo na fortaleza, ele perguntou ao comandante: “Posso dizer-te algo? ” “Você fala grego? “, perguntou ele.
38 – “Não é você o egípcio que iniciou uma revolta e há algum tempo levou quatro mil assassinos para o deserto? “
39 – Paulo respondeu: “Sou judeu, cidadão de Tarso, cidade importante da Cilícia. Permite-me falar ao povo”.
40 – Tendo recebido permissão do comandante, Paulo levantou-se na escadaria e fez sinal à multidão. Quando todos fizeram silêncio, dirigiu-se a eles em aramaico:
versão: NVI(Br)
Leitura concluída!
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abs e até amanhã!




Então Paulo respondeu: “Por que vocês estão chorando e partindo o meu coração? Estou pronto não apenas para serdo amarrado, mas também para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus”.
“Ali farei renascer o poder de Davi e farei brilhar a luz do meu ungido.
18 – Vestirei de vergonha os seus