Olá, pessoal. Graça e paz!
Vamos para mais um dia de nossa leitura. Espero que a palavra do Senhor continue sendo sua companheira e que o Santo Espírito do Senhor se revele um pouco mais em sua vida.
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Leitura do dia
Romanos 9 | I Samuel 13-14 | Salmos 147
Romanos 9
Romanos – 9
1 – Digo a verdade em Cristo, não minto; minha consciência o confirma no Espírito Santo:
2 – tenho grande tristeza e constante angústia em meu coração.
3 – Pois eu até desejaria ser amaldiçoado e separado de Cristo por amor de meus irmãos, os de minha raça,
4 – o povo de Israel. Deles é a adoção de filhos; deles é a glória divina, as alianças, a concessão da lei, a adoração no templo e as promessas.
5 – Deles são os patriarcas, e a partir deles se traça a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de tudo, bendito para sempre! Amém.
6 – Não pensemos que a palavra de Deus falhou. Pois nem todos os descendentes de Israel são Israel.
7 – Nem por serem descendentes de Abraão passaram todos a ser filhos de Abraão. Pelo contrário: “Por meio de Isaque a sua descendência será considerada”.
8 – Noutras palavras, não são os filhos naturais que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados descendência de Abraão.
9 – Pois foi assim que a promessa foi feita: “no tempo devido virei novamente, e Sara terá um filho”.
10 – E esse não foi o único caso; também os filhos de Rebeca tiveram um mesmo pai, nosso pai Isaque.
11 – Todavia, antes que os gêmeos nascessem ou fizessem qualquer coisa boa ou má — a fim de que o propósito de Deus conforme a eleição permanecesse,
12 – não por obras, mas por aquele que chama — foi dito a ela: “O mais velho servirá ao mais novo”.
13 – Como está escrito: “Amei Jacó, mas rejeitei Esaú”.
14 – E então, que diremos? Acaso Deus é injusto? De maneira nenhuma!
15 – Pois ele diz a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão”.
16 – Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus.
17 – Pois a Escritura diz ao faraó: “Eu o levantei exatamente com este propósito: mostrar em você o meu poder, e para que o meu nome seja proclamado em toda a terra”.
18 – Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer, e endurece a quem ele quer.
19 – Mas algum de vocês me dirá: “Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade? “
20 – Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? “Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que o formou: ‘Por que me fizeste assim? ’ “
21 – O oleiro não tem direito de fazer do mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso?
22 – E se Deus, querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grande paciência os vasos de sua ira, preparados para destruição?
23 – Que dizer, se ele fez isto para tornar conhecidas as riquezas de sua glória aos vasos de sua misericórdia, que preparou de antemão para glória,
24 – ou seja, a nós, a quem também chamou, não apenas dentre os judeus, mas também dentre os gentios?
25 – Como ele diz em Oséias: “Chamarei ‘meu povo’ a quem não é meu povo; e chamarei ‘minha amada’ a quem não é minha amada”,
26 – e: “Acontecerá que, no mesmo lugar em que se lhes declarou: ‘Vocês não são meu povo’, eles serão chamados ‘filhos do Deus vivo’. “
27 – Isaías exclama com relação a Israel: “Embora o número dos israelitas seja como a areia do mar, apenas o remanescente será salvo.
28 – Pois o Senhor executará na terra a sua sentença, rápida e definitivamente”.
29 – Como anteriormente disse Isaías: “Se o Senhor dos Exércitos não nos tivesse deixado descendentes, já estaríamos como Sodoma, e semelhantes a Gomorra”.
30 – Que diremos, então? Os gentios, que não buscavam justiça, a obtiveram, uma justiça que vem da fé;
31 – mas Israel, que buscava uma lei que trouxesse justiça, não a alcançou.
32 – Por que não? Porque não a buscava pela fé, mas como se fosse por obras. Eles tropeçaram na “pedra de tropeço”.
33 – Como está escrito: “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e uma rocha que faz cair; e aquele que nela confia jamais será envergonhado”.
versão: NVI(Br)
Salmos 147
Salmos – 147
1 – Aleluia! Como é bom cantar louvores ao nosso Deus! Como é agradável e próprio louvá-lo!
2 – O Senhor edifica Jerusalém; ele reúne os exilados de Israel.
3 – Só ele cura os de coração quebrantado e cuida das suas feridas.
4 – Ele determina o número de estrelas e chama cada uma pelo nome.
5 – Grande é o nosso Soberano e tremendo é o seu poder; é impossível medir o seu entendimento.
6 – O Senhor sustém o oprimido, mas lança por terra o ímpio.
7 – Cantem ao Senhor com ações de graças; ao som da harpa façam música para o nosso Deus.
8 – Ele cobre o céu de nuvens, concede chuvas à terra e faz crescer a relva nas colinas.
9 – Ele dá alimento aos animais, e aos filhotes dos corvos quando gritam de fome.
10 – Não é a força do cavalo que lhe dá satisfação, nem é a agilidade do homem que lhe agrada;
11 – o Senhor se agrada dos que o temem, dos que colocam a esperança no seu amor leal.
12 – Exalte ao Senhor, ó Jerusalém! Louve o seu Deus, ó Sião,
13 – pois ele reforçou as trancas de suas portas e abençoou o seu povo, que lá habita.
14 – É ele que mantém as suas fronteiras em segurança e que a supre do melhor do trigo.
15 – Ele envia sua ordem à terra, e sua palavra corre veloz.
16 – Faz cair a neve como lã, e espalha a geada como cinza.
17 – Faz cair o gelo como se fosse pedra. Quem pode suportar o seu frio?
18 – Ele envia a sua palavra, e o gelo derrete; envia o seu sopro, e as águas tornam a correr.
19 – Ele revela a sua palavra a Jacó, os seus decretos e ordenanças a Israel.
20 – Ele não fez isso a nenhuma outra nação; todas as outras desconhecem as suas ordenanças. Aleluia!
versão: NVI(Br)
I Samuel 13-14
1 Samuel – 13
1 – Saul tinha trinta anos de idade quando começou a reinar, e reinou sobre Israel quarenta e dois anos.
2 – Saul escolheu três mil homens de Israel; dois mil ficaram com ele em Micmás e nos montes de Betel, e mil ficaram com Jônatas em Gibeá de Benjamim. O restante dos homens ele mandou de volta para suas tendas.
3 – Jônatas atacou os destacamentos dos filisteus em Gibeá, e os filisteus foram informados disso. Então Saul mandou tocar a trombeta por todo o país dizendo: “Que os hebreus fiquem sabendo disto! “
4 – E todo Israel ouviu a notícia de que Saul tinha atacado o destacamento dos filisteus atraindo o ódio dos filisteus sobre Israel. Então os homens foram convocados para se unirem a Saul em Gilgal.
5 – Os filisteus reuniram-se para lutar contra Israel, com três mil carros de guerra, seis mil condutores de carros e tantos soldados quanto a areia da praia. Eles foram a Micmás, a leste de Bete-Áven e lá acamparam.
6 – Quando os soldados de Israel viram que a situação era difícil e que seu exército estava sendo muito pressionado, esconderam-se em cavernas e buracos, entre as rochas e em poços e cisternas.
7 – Alguns hebreus até atravessaram o Jordão para chegar à terra de Gade e de Gileade. Saul ficou em Gilgal, e os soldados que estavam com ele tremiam de medo.
8 – Ele esperou sete dias, o prazo estabelecido por Samuel; mas este não chegou a Gilgal, e os soldados de Saul começaram a se dispersar.
9 – Então ele ordenou: “Tragam-me o holocausto e os sacrifícios de comunhão”. Saul ofereceu então o holocausto,
10 – e quando ele terminou de oferecê-lo, Samuel chegou, e Saul foi saudá-lo.
11 – E perguntou-lhe Samuel: “O que você fez? ” Saul respondeu: “Quando vi que os soldados estavam se dispersando e que você não tinha chegado no prazo estabelecido e que os filisteus estavam reunidos em Micmás,
12 – pensei: ‘Agora, os filisteus me atacarão em Gilgal, e eu não busquei o Senhor’. Por isso senti-me obrigado a oferecer o holocausto”.
13 – Disse Samuel: “Você agiu como tolo, desobedecendo ao mandamento que o Senhor seu Deus lhe deu; se você tivesse obedecido, ele teria estabelecido para sempre o seu reinado sobre Israel.
14 – Mas agora seu reinado não permanecerá; o Senhor procurou um homem segundo o seu coração e o designou líder de seu povo, pois você não obedeceu ao mandamento do Senhor”.
15 – Então Samuel partiu de Gilgal e foi a Gibeá de Benjamim, e Saul contou soldados que estavam com ele. Eram cerca de seiscentos.
16 – Saul e seu filho Jônatas, acompanhados de seus soldados, ficaram em Gibeá de Benjamim, enquanto os filisteus estavam acampados em Micmás.
17 – Uma tropa de ataque saiu do acampamento filisteu em três divisões. Uma foi em direção a Ofra, nos arredores de Sual,
18 – outra para Bete-Horom, e a terceira para a região fronteiriça de onde se avista o vale de Zeboim, diante do deserto.
19 – Naquela época não havia nem mesmo um único ferreiro em toda a terra de Israel, pois os filisteus não queriam que os hebreus fizessem espadas e lanças.
20 – Assim, eles tinham que ir aos filisteus para afiar seus arados, enxadas, machados e foices.
21 – O preço para afiar rastelos e enxadas era oito gramas de prata, e quatro gramas de prata para afiar tridentes, machados e pontas de aguilhadas.
22 – Por isso no dia da batalha nenhum soldado de Saul e Jônatas tinha espada ou lança nas mãos, exceto o próprio Saul e seu filho Jônatas.
23 – Aconteceu que um destacamento filisteu foi para o desfiladeiro de Micmás.
1 Samuel – 14
1 – Certo dia, Jônatas, filho de Saul, disse ao seu jovem escudeiro: “Vamos ao destacamento filisteu, do outro lado”. Ele, porém, não contou isto a seu pai.
2 – Saul estava sentado debaixo de uma romãzeira na fronteira de Gibeá, em Migrom. Com ele estavam uns seiscentos soldados,
3 – entre os quais Aías, que levava o colete sacerdotal. Ele era filho de Aitube, irmão de Icabode, filho de Finéias e neto de Eli, o sacerdote do Senhor em Siló. Ninguém sabia que Jônatas havia saído.
4 – Em cada lado do desfiladeiro que Jônatas pretendia atravessar para chegar ao destacamento filisteu, havia um penhasco íngreme; um se chamava Bozez; o outro, Sené.
5 – Havia um penhasco ao norte, na direção de Micmás, e outro ao sul, na direção de Geba.
6 – E Jônatas disse a seu escudeiro: “Vamos ao destacamento daqueles incircuncisos. Talvez o Senhor aja em nosso favor, pois nada pode impedir o Senhor de salvar, seja com muitos ou com poucos”.
7 – Disse seu escudeiro: “Faze tudo o que tiveres em mente; eu irei contigo”.
8 – Jônatas disse: “Venha, vamos atravessar na direção dos soldados e deixaremos que nos avistem.
9 – Se nos disserem: ‘Esperem aí até que cheguemos perto’, ficaremos onde estivermos e não avançaremos.
10 – Mas, se disserem: ‘Subam até aqui’, subiremos, pois este será um sinal para nós de que o Senhor os entregou em nossas mãos”.
11 – Então os dois se deixaram ver pelo destacamento dos filisteus, que disseram: “Vejam, os hebreus estão saindo dos buracos onde estavam escondidos”.
12 – E gritaram para Jônatas e seu escudeiro: “Subam até aqui e lhes daremos uma lição”. Diante disso, Jônatas disse a seu escudeiro: “Siga-me; o Senhor os entregou nas mãos de Israel”.
13 – Jônatas escalou, usando as mãos e os pés, e o escudeiro foi logo atrás. Jônatas começou a derrubá-los, e seu escudeiro, logo atrás dele, os matava.
14 – Naquele primeiro ataque, Jônatas e seu escudeiro mataram cerca de vinte homens numa pequena área de terra.
15 – Então caiu terror sobre todo o exército, tanto sobre os que estavam no acampamento e no campo, como sobre os que estavam nos destacamentos e até mesmo nas tropas de ataque. O chão tremeu e houve um pânico terrível.
16 – As sentinelas de Saul em Gibeá de Benjamim viram o exército filisteu se dispersando, correndo em todas as direções.
17 – Então Saul disse aos seus soldados: “Contem os soldados e vejam quem está faltando”. Quando o fizeram, viram que Jônatas e seu escudeiro não estavam presentes.
18 – Saul ordenou a Aías: “Traga a arca de Deus”. Naquele tempo ela estava com os israelitas.
19 – Enquanto Saul falava com o sacerdote, o tumulto no acampamento filisteu ia crescendo cada vez mais. Então Saul disse ao sacerdote: “Não precisa trazer a arca”.
20 – Então Saul e todos os soldados se reuniram e foram para a batalha. Encontraram os filisteus em total confusão, ferindo uns aos outros com suas espadas.
21 – Alguns hebreus que antes estavam do lado dos filisteus e que com eles tinham ido ao acampamento filisteu, passaram para o lado dos israelitas que estavam com Saul e Jônatas.
22 – Quando todos os israelitas que haviam se escondido nos montes de Efraim ouviram que os filisteus batiam em retirada, também entraram na batalha, perseguindo-os.
23 – Assim o Senhor concedeu vitória a Israel naquele dia, e a batalha se espalhou para além de Bete-Áven.
24 – Os homens de Israel estavam exaustos naquele dia, pois Saul havia lhes imposto um juramento, dizendo: “Maldito seja todo o que comer antes do anoitecer, antes que eu tenha me vingado de meus inimigos! ” Por isso ninguém tinha comido nada.
25 – O exército inteiro entrou num bosque, onde havia mel no chão.
26 – Eles viram o mel escorrendo, contudo ninguém comeu pois temiam o juramento.
27 – Jônatas, porém, não sabia do juramento que seu pai havia imposto ao exército de modo que estendeu a ponta da vara que tinha na mão e a molhou no favo de mel. Quando comeu seus olhos brilharam.
28 – Então um dos soldados lhe disse: “Seu pai impôs ao exército um juramento severo, dizendo: ‘Maldito seja todo o que comer hoje! ’ Por isso os homens estão exaustos”.
29 – Jônatas disse: “Meu pai trouxe desgraça para nós. Veja como meus olhos brilham desde que provei um pouco deste mel.
30 – Como teria sido bem melhor se os homens tivessem comido hoje um pouco do que tomaram dos seus inimigos. A matança de filisteus não teria sido ainda maior? “
31 – Naquele dia, depois de derrotarem os filisteus, desde Micmás até Aijalom, os israelitas estavam completamente exaustos.
32 – Eles então se lançaram sobre os despojos e pegaram ovelhas, bois e bezerros, e mataram-nos ali mesmo e comeram a carne com o sangue.
33 – E alguém disse a Saul: “Veja, os soldados estão pecando contra o Senhor, comendo carne com sangue”. Ele disse: “Vocês foram infiéis. Rolem uma grande pedra até aqui.
34 – Saiam entre os soldados e digam-lhes: ‘Cada um traga a mim seu boi ou sua ovelha, abatam-nos e comam a carne aqui. Não pequem contra o Senhor comendo carne com sangue’ “. Assim, cada um levou seu boi naquela noite e ali os abateram.
35 – Então, Saul edificou um altar para o Senhor; foi a primeira vez que fez isso.
36 – Saul disse ainda: “Desçamos atrás dos filisteus, à noite, e os saqueemos até o amanhecer, e não deixemos vivo nem um só deles”. Eles responderam: “Faze o que achares melhor”. O sacerdote, porém, disse: “Consultemos aqui a Deus”.
37 – Então Saul perguntou a Deus: “Devo perseguir os filisteus? Tu os entregarás nas mãos de Israel? ” Mas naquele dia Deus não lhe respondeu.
38 – Disse então Saul: “Venham cá, todos vocês que são líderes do exército, e descubramos que pecado foi cometido hoje.
39 – Juro pelo nome do Senhor, o libertador de Israel, mesmo que seja meu filho Jônatas, ele morrerá”. Mas ninguém disse uma só palavra.
40 – Então disse Saul a todos os israelitas: “Fiquem vocês de um lado; eu e meu filho Jônatas ficaremos do outro”. E eles responderam: “Faze o que achares melhor”.
41 – E Saul orou ao Senhor, ao Deus de Israel: “Dá-me a resposta certa”. A sorte caiu em Jônatas e Saul, e os soldados saíram livres.
42 – Saul disse: “Tirem sortes entre mim e meu filho Jônatas”. E Jônatas foi indicado.
43 – Então Saul disse a Jônatas: “Diga-me o que você fez”. E Jônatas lhe contou: “Eu provei um pouco de mel com a ponta de minha vara. Estou pronto para morrer”.
44 – Saul disse: “Que Deus me castigue com todo rigor, caso você não morra, Jônatas! “
45 – Os soldados, porém, disseram a Saul: “Será que Jônatas, que trouxe esta grande libertação para Israel deve morrer? Nunca! Juramos pelo nome do Senhor, nem um só cabelo de sua cabeça cairá ao chão, pois ele fez isso hoje com o auxílio de Deus”. Então os homens resgataram Jônatas, e ele não foi morto.
46 – E Saul parou de perseguir os filisteus, e eles voltaram para sua própria terra.
47 – Quando Saul assumiu o reinado sobre Israel, lutou contra os seus inimigos em redor: moabitas, amonitas, edomitas, os reis de Zobá e os filisteus. Para qualquer lado que fosse, infligia-lhes castigo.
48 – Lutou corajosamente e derrotou os amalequitas, libertando Israel das mãos daqueles que os saqueavam.
49 – Os filhos de Saul foram Jônatas, Isvi e Malquisua. O nome de sua filha mais velha era Merabe, e o da mais nova era Mical.
50 – Sua mulher chamava-se Ainoã e era filha de Aimaás. O nome do comandante do exército de Saul era Abner, filho de Ner, tio de Saul.
51 – Quis, pai de Saul, e Ner, pai de Abner, eram filhos de Abiel.
52 – Houve guerra acirrada contra os filisteus durante todo o reinado de Saul. Por isso sempre que Saul conhecia um homem forte e corajoso, alistava-o no seu exército.
versão: NVI(Br)
Leitura concluída!
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abs e até amanhã!




Os soldados, porém, disseram a Saul: “Será que Jônatas, que trouxe esta grande libertação para Israel deve morrer? Nunca! Juramos pelo nome do Senhor, nem um só cabelo de sua cabeça cairá ao chão, pois ele fez isso hoje com o auxílio de Deus”. Então os homens resgataram Jônatas, e ele não foi morto.