Leitura Bíblica diária – Dia 167

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Olá, pessoal. Graça e paz!

Vamos para mais um dia de nossa leitura. Espero que a palavra do Senhor continue sendo sua companheira e que o Santo Espírito do Senhor se revele um pouco mais em sua vida.

E se você está atrasado ou ainda não começou, corre que dá tempo! Não deixe de participar e comentar, aqui está nosso post com o plano pra você baixar e a tabela pra acompanhar, e aqui está o índice de posts diários com as leituras!

Leitura do dia

1ª Coríntios 13 | II Samuel 21-22 | Provérbios 18

1 Coríntios – 13
1 – Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.
2 – Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei.
3 – Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.
4 – O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
5 – Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
6 – O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
7 – Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 – O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará.
9 – Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos;
10 – quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
11 – Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.
12 – Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.
13 – Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.
versão: NVI(Br)

Provérbios 18

Provérbios – 18
1 – Quem se isola, busca interesses egoístas, e se rebela contra a sensatez.
2 – O tolo não tem prazer no entendimento, mas sim em expor os seus pensamentos.
3 – Com a impiedade, vem o desprezo, e com a desonra vem a vergonha.
4 – As palavras do homem são águas profundas, mas a fonte da sabedoria é um ribeiro que transborda.
5 – Não é bom favorecer os ímpios para privar da justiça o justo.
6 – As palavras do tolo provocam briga, e a sua conversa atrai açoites.
7 – A conversa do tolo é a sua desgraça, e seus lábios são uma armadilha para a sua alma.
8 – As palavras do caluniador são como petiscos deliciosos; descem até o íntimo do homem.
9 – Quem relaxa em seu trabalho é irmão do que o destrói.
10 – O nome do Senhor é uma torre forte; os justos correm para ela e estão seguros.
11 – A riqueza dos ricos é a sua cidade fortificada, eles a imaginam como um muro que é impossível escalar.
12 – Antes da sua queda o coração do homem se envaidece, mas a humildade antecede a honra.  
13 – Quem responde antes de ouvir, comete insensatez e passa vergonha.
14 – O espírito do homem o sustenta na doença, mas o espírito deprimido, quem o levantará?
15 – O coração do que tem discernimento adquire conhecimento; os ouvidos dos sábios saem à sua procura.
16 – O presente abre o caminho para aquele que o entrega e o conduz à presença dos grandes.
17 – O primeiro a apresentar a sua causa parece ter razão, até que outro venha à frente e o questione.
18 – Lançar sortes resolve contendas e decide questões entre poderosos.
19 – Um irmão ofendido é mais inacessível do que uma cidade fortificada, e as discussões são como as portas trancadas de uma cidadela.
20 – Do fruto da boca enche-se o estômago do homem; o produto dos lábios o satisfaz.
21 – A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que gostam de usá-la comerão do seu fruto.
22 – Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do Senhor.
23 – O pobre implora misericórdia, mas o rico responde com aspereza.
24 – Quem tem muitos amigos pode chegar à ruína, mas existe amigo mais apegado que um irmão.
versão: NVI(Br)

II Samuel 21-22

2 Samuel – 21
1 – Durante o reinado de Davi, houve uma fome que durou três anos. Davi consultou o Senhor, que lhe disse: “A fome veio por causa de Saul e de sua família sanguinária, por terem matado os gibeonitas”.
2 – O rei então mandou chamar os gibeonitas e falou com eles. ( Os gibeonitas não eram de origem israelita, mas remanescentes dos amorreus. Os israelitas tinham feito com eles um acordo sob juramento; mas Saul, em seu zelo por Israel e Judá, havia tentado exterminá-los. )
3 – Davi perguntou aos gibeonitas: “Que posso fazer por vocês? Como posso reparar o que foi feito, para que abençoem a herança do Senhor? “
4 – Os gibeonitas responderam: “Não exigimos de Saul ou de sua família prata ou ouro, nem queremos matar ninguém em Israel”. Davi perguntou: “O que querem que eu faça por vocês? “,
5 – e eles responderam: “Quanto ao homem que quase nos exterminou e que pretendia destruir-nos, para que não tivéssemos lugar em Israel,
6 – que sete descendentes dele sejam executados perante o Senhor, em Gibeá de Saul, no monte do Senhor”. “Eu os entregarei a vocês”, disse o rei.
7 – O rei poupou Mefibosete, filho de Jônatas e neto de Saul, por causa do juramento feito perante o Senhor entre Davi e Jônatas, filho de Saul.
8 – Mas o rei mandou buscar Armoni e Mefibosete, dois filhos de Rispa, filha de Aiá, que ela teve com Saul, e os cinco filhos de Merabe, filha de Saul, que ela teve com Adriel, filho de Barzilai, de Meolá.
9 – Ele os entregou aos gibeonitas, que os executaram no monte, perante o Senhor. Os sete foram mortos ao mesmo tempo, nos primeiros dias da colheita de cevada.
10 – Então Rispa, filha de Aiá, pegou um pano de saco e o estendeu para si sobre uma rocha. Desde o início da colheita até cair chuva do céu sobre os corpos, ela não deixou que as aves de rapina os tocassem de dia, nem os animais selvagens à noite.
11 – Quando Davi foi informado do que Rispa, filha de Aiá, concubina de Saul, havia feito,
12 – ele mandou recolher os ossos de Saul e de Jônatas, tomando-os dos cidadãos de Jabes-Gileade. ( Eles haviam roubado os ossos da praça de Bete-Seã, onde os filisteus os tinham pendurado, no dia em que mataram Saul no monte Gilboa. )
13 – Davi trouxe de lá os ossos de Saul e de seu filho Jônatas, que foram recolhidos dentre os ossos dos que haviam sido executados.
14 – Enterraram os ossos de Saul e de Jônatas no túmulo de Quis, pai de Saul, em Zela, na terra de Benjamim, e fizeram tudo o que o rei ordenou. Depois disso, Deus respondeu as orações em favor da terra de Israel.
15 – Houve, ainda, outra batalha entre os filisteus e Israel; Davi e seus soldados foram lutar contra os filisteus. Davi se cansou muito,
16 – e Isbi-Benobe, descendente de Rafa, prometeu matar Davi. ( A ponta de bronze da lança de Isbi-Benobe pesava três quilos e seiscentos gramas, e ele ainda estava armado com uma espada nova. )
17 – Mas Abisai, filho de Zeruia, foi em socorro de Davi e matou o filisteu. Então os soldados de Davi lhe juraram, dizendo: “Nunca mais sairás conosco à guerra, para que não apagues a lâmpada de Israel”.
18 – Houve depois outra batalha com os filisteus, em Gobe. Naquela ocasião Sibecai, de Husate, matou Safe, um dos descendentes de Rafa.
19 – Noutra batalha contra os filisteus em Gobe, Elanã, filho de Jaaré-Oregim, de Belém, matou Golias, de Gate, que possuía uma lança cuja haste parecia uma lançadeira de tecelão.
20 – Noutra batalha, em Gate, havia um homem de grande estatura e que tinha seis dedos em cada mão e seis dedos em cada pé, vinte e quatro dedos ao todo. Ele também era descendente de Rafa,
21 – e desafiou Israel, mas Jônatas, filho de Siméia, irmão de Davi, o matou.
22 – Esses quatro eram descendentes de Rafa, em Gate, e foram mortos por Davi e seus soldados.

2 Samuel – 22
1 – Davi cantou ao Senhor este cântico, quando este o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul,
2 – dizendo: “O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador;
3 – o meu Deus é a minha rocha, em que me refugio; o meu escudo e o meu poderoso salvador. Ele é a minha torre alta, o meu abrigo seguro. És o meu salvador, que me salva dos violentos.
4 – Clamo ao Senhor, que é digno de louvor, e sou salvo dos meus inimigos.
5 – “As ondas da morte me cercaram; as torrentes da destruição me aterrorizaram.
6 – As cordas da sepultura me envolveram; as armadilhas da morte me confrontaram.
7 – Na minha angústia, clamei ao Senhor; clamei ao meu Deus. Do seu templo ele ouviu a minha voz; o meu grito de socorro chegou aos seus ouvidos.
8 – “A terra abalou-se e tremeu, os alicerces dos céus estremeceram; tremeram porque ele estava irado.
9 – Das suas narinas saiu fumaça; da sua boca saiu fogo consumidor; dele saíram brasas vivas e flamejantes.
10 – Ele abriu os céus e desceu; nuvens escuras estavam debaixo dos seus pés.
11 – Montou sobre um querubim e voou; elevou-se sobre as asas do vento.
12 – Pôs as trevas ao seu redor; das densas nuvens de chuva fez o seu abrigo.
13 – Do brilho da sua presença flamejavam carvões em brasa.
14 – Dos céus o Senhor trovejou; ressoou a voz do Altíssimo.
15 – Ele atirou flechas e dispersou os inimigos, arremessou raios e os fez bater em retirada.
16 – Os vales apareceram, e os fundamentos da terra foram expostos, diante da repreensão do Senhor, com o forte sopro de suas narinas.
17 – “Das alturas estendeu a mão e me segurou; tirou-me de águas profundas.
18 – Livrou-me do meu inimigo poderoso, dos meus adversários, que eram fortes demais para mim.
19 – Eles me atacaram no dia da minha calamidade, mas o Senhor foi o meu amparo.
20 – Deu-me ampla liberdade; livrou-me, pois me quer bem.
21 – “O Senhor me tratou segundo a minha retidão; segundo a pureza das minhas mãos me recompensou.
22 – Pois guardei os caminhos do Senhor; não cometi a perversidade de afastar-me do meu Deus.
23 – Todos os seus mandamentos estão diante de mim; não me afastei dos seus decretos.
24 – Tenho sido irrepreensível para com ele e guardei-me de pecar.
25 – O Senhor recompensou-me segundo a minha retidão, segundo a pureza das minhas mãos perante ele.
26 – “Ao fiel te revelas fiel, ao irrepreensível te revelas irrepreensível,
27 – ao puro te revelas puro, mas ao perverso te revelas astuto.
28 – Salvas os humildes, mas os teus olhos estão sobre os orgulhosos para os humilhar.
29 – Tu és a minha lâmpada, ó Senhor! O Senhor ilumina-me as trevas.
30 – Contigo posso avançar contra uma tropa; com o meu Deus posso transpor muralhas.
31 – “Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína. Ele é escudo para todos os que nele se refugiam.
32 – Pois quem é Deus além do Senhor? E quem é Rocha senão o nosso Deus?
33 – É Deus quem me reveste de força e torna perfeito o meu caminho.
34 – Ele me faz correr veloz como a gazela e me firma os passos nos lugares altos.
35 – É ele que treina as minhas mãos para a batalha, e assim os meus braços vergam o arco de bronze.
36 – Tu me dás o teu escudo de livramento; a tua ajuda me fez forte.
37 – Alargas sob mim o meu caminho, para que os meus tornozelos não se torçam.
38 – “Persegui os meus inimigos e os derrotei; não voltei enquanto não foram destruídos.
39 – Esmaguei-os completamente, e não puderam levantar-se; caíram debaixo dos meus pés.
40 – Tu me revestiste de força para a batalha; fizeste cair aos meus pés os meus adversários.
41 – Fizeste que os meus inimigos fugissem de mim; destruí os que me odiavam.
42 – Gritaram por socorro, mas não havia quem os salvasse; gritaram ao Senhor, mas ele não respondeu.
43 – Eu os reduzi a pó, como o pó da terra; esmaguei-os e os amassei como a lama das ruas.
44 – “Tu me livraste dos ataques do meu povo; preservaste-me como líder de nações. Um povo que eu não conhecia me é sujeito.
45 – Estrangeiros me bajulam; assim que me ouvem, me obedecem.
46 – Todos eles perdem a coragem; saem tremendo das suas fortalezas.
47 – “O Senhor vive! Bendita seja a minha Rocha! Exaltado seja Deus, a Rocha que me salva!
48 – Este é o Deus que em meu favor executa vingança, que sujeita nações ao meu poder;
49 – que me livrou dos meus inimigos. Tu me exaltaste acima dos meus agressores; de homens violentos me libertaste.
50 – Por isso te louvarei entre as nações, ó Senhor; cantarei louvores ao teu nome.
51 – Ele concede grandes vitórias ao seu rei; é bondoso com o seu ungido, Davi e seus descendentes para sempre”.
versão: NVI(Br)

Leitura concluída!
Não se esqueça de divulgar, comentar, e se puder.. time um momento para orar sobre o que lemos hoje.

abs e até amanhã!

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