Olá, pessoal. Graça e paz!
Vamos para mais um dia de nossa leitura. Espero que a palavra do Senhor continue sendo sua companheira e que o Santo Espírito do Senhor se revele um pouco mais em sua vida.
E se você está atrasado ou ainda não começou, corre que dá tempo! Não deixe de participar e comentar, aqui está nosso post com o plano pra você baixar e a tabela pra acompanhar, e aqui está o índice de posts diários com as leituras!
Leitura do dia
2ª Coríntios 2 |I Reis 7-8 | Provérbios 23
2 Coríntios – 2
1 – De modo que resolvi não lhes fazer outra visita que causasse tristeza.
2 – Pois, se os entristeço, quem me alegrará senão vocês, a quem tenho entristecido?
3 – Escrevi como escrevi para que, quando eu for, não seja entristecido por aqueles que deveriam alegrar-me. Estava confiante em que todos vocês compartilhariam da minha alegria.
4 – Pois eu lhes escrevi com grande aflição e angústia de coração, e com muitas lágrimas: não para entristecê-los, mas para que soubessem como e profundo o meu amor por vocês.
5 – Se alguém tem causado tristeza, não o tem causado apenas a mim, mas também, em parte, para eu não ser demasiadamente severo, a todos vocês.
6 – A punição que lhe foi imposta pela maioria é suficiente.
7 – Agora, pelo contrário, vocês devem perdoar-lhe e consolá-lo, para que ele não seja dominado por excessiva tristeza.
8 – Portanto, eu lhes recomendo que reafirmem o amor que têm por ele.
9 – Eu lhes escrevi com o propósito de saber se vocês seriam aprovados, isto é, se seriam obedientes em tudo.
10 – Se vocês perdoam a alguém, eu também perdôo; e aquilo que perdoei, se é que havia alguma coisa para perdoar, perdoei na presença de Cristo, por amor a vocês,
11 – a fim de que Satanás não tivesse vantagem sobre nós; pois não ignoramos as suas intenções.
12 – Quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo e vi que o Senhor me havia aberto uma porta,
13 – ainda assim, não tive sossego em meu espírito, porque não encontrei ali meu irmão Tito. Por isso, despedi-me deles e fui para a Macedônia.
14 – Mas graças a Deus, que sempre nos conduz vitoriosamente em Cristo e por nosso intermédio exala em todo lugar a fragrância do seu conhecimento;
15 – porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo.
16 – Para estes somos cheiro de morte; para aqueles fragrância de vida. Mas, quem está capacitado para tanto?
17 – Ao contrário de muitos, não negociamos a palavra de Deus visando lucro; antes, em Cristo falamos diante de Deus com sinceridade, como homens enviados por Deus.
versão: NVI(Br)
Provérbios 23
Provérbios – 23
1 – Quando você se assentar para uma refeição com alguma autoridade, observe com atenção quem está diante de você,
2 – e encoste a faca à sua própria garganta, se estiver com grande apetite.
3 – Não deseje as iguarias que lhe oferece, pois podem ser enganosas.
4 – Não esgote suas forças tentando ficar rico; tenha bom senso!
5 – As riquezas desaparecem assim que você as contempla; elas criam asas e voam como águias pelo céu.
6 – Não aceite a refeição de um hospedeiro invejoso, nem deseje as iguarias que lhe oferece;
7 – pois ele só pensa nos gastos. Ele lhe diz: “Coma e beba! “, mas não fala com sinceridade.
8 – Você vomitará o pouco que comeu, e desperdiçará a sua cordialidade.
9 – Não vale a pena conversar com o tolo, pois ele despreza a sabedoria do que você fala.
10 – Não mude de lugar os antigos marcos de propriedade, nem invada as terras dos órfãos,
11 – pois Aquele que defende os direitos deles é forte. Ele lutará contra você para defendê-los.
12 – Dedique à disciplina o seu coração, e os seus ouvidos às palavras que dão conhecimento.
13 – Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá.
14 – Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura.
15 – Meu filho, se o seu coração for sábio, o meu coração se alegrará.
16 – Sentirei grande alegria quando os seus lábios falarem com retidão.
17 – Não inveje os pecadores em seu coração; melhor será que tema sempre ao Senhor.
18 – Se agir assim, certamente haverá bom futuro para você, e a sua esperança não falhará.
19 – Ouça, meu filho, e seja sábio; guie o seu coração pelo bom caminho.
20 – Não ande com os que se encharcam de vinho, nem com os que se empanturram de carne.
21 – Pois os bêbados e os glutões se empobrecerão, e a sonolência os vestirá de trapos.
22 – Ouça o seu pai, que o gerou; não despreze sua mãe quando ela envelhecer.
23 – Compre a verdade e não abra mão dela, nem tampouco da sabedoria, da disciplina e do discernimento.
24 – O pai do justo exultará de júbilo; quem tem filho sábio nele se alegra.
25 – Bom será que se alegrem seu pai e sua mãe e que exulte a mulher que o deu à luz!
26 – Meu filho, dê-me o seu coração; mantenha os seus olhos em meus caminhos,
27 – pois a prostituta é uma cova profunda, e a mulher pervertida é um poço estreito.
28 – Como o assaltante, ela fica de tocaia, e multiplica entre os homens os infiéis.
29 – De quem são os ais? De quem as tristezas? E as brigas, de quem são? E os ferimentos desnecessários? De quem são os olhos vermelhos?
30 – Dos que se demoram bebendo vinho, dos que andam à procura de bebida misturada.
31 – Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente!
32 – No fim, ele morde como serpente e envenena como víbora.
33 – Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente imaginará coisas distorcidas.
34 – Você será como quem dorme no meio do mar, como quem se deita no alto das cordas do mastro.
35 – E dirá: “Espancaram-me, mas eu nada senti! Bateram em mim, mas nem percebi! Quando acordarei para que possa beber mais uma vez? “
versão: NVI(Br)
I Reis 7-8
1 Reis – 7
1 – Salomão levou treze anos para terminar a construção do seu palácio.
2 – Ele construiu o Palácio da Floresta do Líbano com quarenta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura, sustentado por quatro fileiras de colunas de cedro sobre as quais apoiavam-se vigas de cedro aparelhadas.
3 – O forro que ficava sobre as vigas que se apoiavam nas colunas era de cedro, eram quarenta e cinco vigas, quinze por fileira.
4 – Havia janelas dispostas de três em três, uma em frente da outra.
5 – Todas as portas tinham estrutura retangular; ficavam na parte da frente, dispostas de três em três, uma em frente da outra.
6 – Fez um pórtico de colunas de vinte e dois metros e meio de comprimento e treze metros e meio de largura. Em frente havia outro pórtico com colunas e uma cobertura que se estendia além das colunas.
7 – Construiu a Sala do Trono, isto é, a Sala da Justiça, onde iria julgar, e revestiu-a de cedro desde o teto até o chão.
8 – E o palácio para sua moradia, no outro pátio, tinha um formato semelhante. Salomão fez também um palácio como esse para a filha do faraó, com quem tinha se casado.
9 – Todas essas construções, desde o lado externo até o grande pátio e do alicerce até o beiral, foram feitas de pedra de qualidade superior, cortadas sob medida e desbastadas com uma serra nos lados interno e externo.
10 – Os alicerces foram lançados com pedras grandes de qualidade superior, algumas medindo quatro metros e meio e outras três metros e sessenta centímetros.
11 – Na parte de cima havia pedras de qualidade superior, cortadas sob medida, e vigas de cedro.
12 – O grande pátio era cercado por um muro de três camadas de pedras lavradas e uma camada de vigas de cedro aparelhadas, da mesma maneira que o pátio interior do templo do Senhor, com o seu pórtico.
13 – O rei Salomão enviara mensageiros a Tiro e trouxera Hurão,
14 – filho de uma viúva da tribo de Naftali e de um cidadão de Tiro, um artífice em bronze. Hurão era extremamente hábil, experiente e sabia fazer todo tipo de trabalho em bronze. Apresentou-se ao rei Salomão e fez depois todo o trabalho que lhe foi designado.
15 – Ele fundiu duas colunas de bronze, cada uma com oito metros e dez centímetros de altura e cinco metros e quarenta centímetros de circunferência, medidas pelo fio apropriado.
16 – Também fez dois capitéis de bronze fundido para colocar no alto das colunas; cada capitel tinha dois metros e vinte e cinco centímetros de altura.
17 – Conjuntos de correntes entrelaçadas ornamentavam os capitéis no alto das colunas, sete em cada capitel.
18 – Fez também romãs em duas fileiras que circundavam cada conjunto de correntes para cobrir os capitéis no alto das colunas. Fez o mesmo com cada capitel.
19 – Os capitéis no alto das colunas do pórtico tinham o formato de lírios, com um metro e oitenta centímetros de altura.
20 – Nos capitéis das duas colunas, acima da parte que tinha formato de taça, perto do conjunto de correntes, havia duzentas romãs enfileiradas ao redor.
21 – Ele levantou as colunas na frente do pórtico do templo. Deu o nome de Jaquim à coluna ao sul e de Boaz à coluna ao norte.
22 – Os capitéis no alto tinham a forma de lírios. E assim completou-se o trabalho das colunas.
23 – Fez o tanque de metal fundido, redondo, medindo quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Era preciso um fio de treze metros e meio para medir a sua circunferência.
24 – Abaixo da borda e ao seu redor havia duas fileiras de frutos, de cinco em cinco centímetros, fundidas numa só peça com o tanque.
25 – O tanque ficava sobre doze touros, três voltados para o norte, três para o oeste, três para o sul e três para o leste. Ficava em cima deles, e as pernas traseiras dos touros eram voltadas para o centro.
26 – A espessura do tanque era de quatro dedos, e sua borda era como a borda de um cálice, como uma flor de lírio. Tinha capacidade de quarenta mil litros.
27 – Também fez dez carrinhos de bronze; cada um tinha um metro e oitenta centímetros de comprimento e de largura, e um metro e trinta e cinco centímetros de altura.
28 – Os carrinhos eram feitos assim: Tinham placas laterais presas a armações.
29 – Nas placas, entre as armações, havia figuras de leões, bois e querubins: Sobre as armações, acima e abaixo dos leões e bois, havia grinaldas de metal batido.
30 – Em cada carrinho havia quatro rodas de bronze com eixos de bronze, cada um com uma bacia apoiada em quatro pés e fundida ao lado de cada grinalda.
31 – Do lado de dentro do carrinho havia uma abertura circular com quarenta e cinco centímetros de profundidade. Essa abertura era redonda, e com sua base media setenta centímetros. Havia esculturas em torno da abertura. As placas dos carrinhos eram quadradas, e não redondas.
32 – As quatro rodas ficavam sob as placas, e os eixos das rodas ficavam presos ao estrado. O diâmetro de cada roda era de setenta centímetros.
33 – As rodas eram feitas como rodas de carros; os eixos, os aros, os raios e os cubos eram todos de metal fundido.
34 – Havia quatro cabos que se projetavam do carrinho, um em cada canto.
35 – No alto do carrinho havia uma lâmina circular de vinte e dois centímetros de comprimento. Os apoios e as placas estavam fixados no alto do carrinho.
36 – Ele esculpiu figuras de querubins, leões e tamareiras na superfície dos apoios e nas placas, em cada espaço disponível, com grinaldas ao redor.
37 – Foi assim que fez os dez carrinhos. Foram todos fundidos nos mesmos moldes e eram idênticos no tamanho e na forma.
38 – Depois ele fez dez pias de bronze, cada uma com capacidade de oitocentos litros, medindo um metro e oitenta centímetros de diâmetro; uma pia para cada um dos dez carrinhos.
39 – Ele pôs cinco carrinhos no lado sul do templo e cinco no lado norte. Pôs o tanque no lado sul, no canto sudeste do templo.
40 – Também fez os jarros, as pás e as bacias para aspersão. Assim, Hurão completou todo o trabalho de que fora encarregado pelo rei Salomão, no templo do Senhor:
41 – as duas colunas; os dois capitéis em forma de taça no alto das colunas; os dois conjuntos de correntes que decoravam os dois capitéis;
42 – as quatrocentas romãs para os dois conjuntos de correntes, sendo duas fileiras de romãs para cada conjunto;
43 – os dez carrinhos com as suas dez pias;
44 – o tanque e os doze touros debaixo dele;
45 – e os jarros, as pás e as bacias de aspersão. Todos esses utensílios que Hurão fez a pedido do rei Salomão para o templo do Senhor, eram de bronze polido.
46 – Foi na planície do Jordão, entre Sucote e Zaretã, que o rei os mandou fundir, em moldes de barro.
47 – Salomão não mandou pesar esses utensílios, tão grande era o seu número que o peso do bronze não foi determinado.
48 – Além desses, Salomão mandou fazer também todos estes outros utensílios para o templo do Senhor: o altar de ouro; a mesa de ouro sobre a qual ficavam os pães da Presença;
49 – os candelabros de ouro puro, cinco à direita e cinco à esquerda, em frente do santuário interno; as flores, as lâmpadas e as tenazes de ouro;
50 – as bacias, os cortadores de pavio, as bacias para aspersão, as tigelas e os incensários; e as dobradiças de ouro para as portas da sala interna, o Lugar Santíssimo, e também para as portas do átrio principal.
51 – Terminada toda a obra que Salomão realizou para o templo do Senhor, ele trouxe tudo que seu pai havia consagrado e colocou junto com os tesouros do templo do Senhor: a prata, o ouro e os utensílios.
1 Reis – 8
1 – Então o rei Salomão reuniu em Jerusalém as autoridades de Israel, todos os líderes das tribos e os chefes das famílias israelitas, para levarem de Sião, a cidade de Davi, a arca da aliança do Senhor.
2 – E todos os homens de Israel uniram-se ao rei Salomão por ocasião da festa, no mês de etanim, que é o sétimo mês.
3 – Quando todas as autoridades de Israel chegaram, os sacerdotes pegaram
4 – a arca do Senhor e a levaram, com a Tenda do Encontro e com todos os seus utensílios sagrados. Foram os sacerdotes e os levitas que levaram tudo.
5 – O rei Salomão e toda a comunidade de Israel que se havia reunido a ele diante da arca, sacrificaram tantas ovelhas e bois que nem era possível contar.
6 – Os sacerdotes levaram a arca da aliança do Senhor para o seu lugar no santuário interno do templo, no Lugar Santíssimo, e a colocaram debaixo das asas dos querubins.
7 – Os querubins tinham suas asas estendidas sobre o lugar da arca e cobriam a arca e as varas utilizadas para o transporte.
8 – Essas varas eram tão compridas que as suas pontas, que se estendiam para fora da arca, podiam ser vistas da frente do santuário interno, mas não de fora dele; e elas estão lá até hoje.
9 – Na arca havia só as duas tábuas de pedra que Moisés tinha colocado quando estava em Horebe, onde o Senhor fez uma aliança com os israelitas depois que saíram do Egito.
10 – Quando os sacerdotes se retiraram do Lugar Santo, uma nuvem encheu o templo do Senhor,
11 – de forma que os sacerdotes não podiam desempenhar o seu serviço, pois a glória do Senhor encheu o seu templo.
12 – E Salomão exclamou: “O Senhor disse que habitaria numa nuvem escura!
13 – Na realidade construí para ti um templo magnífico, um lugar para nele habitares para sempre! “
14 – Depois o rei virou-se e abençoou toda a assembléia de Israel, que estava ali de pé.
15 – E disse: “Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, que com a sua mão cumpriu o que prometeu com sua própria boca a meu pai Davi, quando lhe disse:
16 – ‘Desde o dia em que tirei o meu povo Israel do Egito, não escolhi nenhuma cidade das tribos de Israel para nela construir um templo em honra do meu nome. Mas escolhi Davi para governar Israel, o meu povo’.
17 – “Meu pai Davi tinha no coração o propósito de construir um templo em honra do nome do Senhor, o Deus de Israel.
18 – Mas o Senhor lhe disse: ‘Você fez bem em ter no coração o plano de construir um templo em honra do meu nome;
19 – no entanto, não será você que o construirá, mas o seu filho, que procederá de você; ele construirá o templo em honra do meu nome’.
20 – “E o Senhor cumpriu a sua promessa: Sou o sucessor de meu pai Davi, e agora ocupo o trono de Israel, como o Senhor tinha prometido, e construí o templo em honra do nome do Senhor, o Deus de Israel.
21 – Providenciei nele um lugar para a arca, na qual estão as tábuas da aliança do Senhor, aliança que fez com os nossos antepassados quando os tirou do Egito”.
22 – Depois Salomão colocou-se diante do altar do Senhor, diante de toda a assembléia de Israel, levantou as mãos para o céu
23 – e orou: “Senhor, Deus de Israel, não há Deus como tu em cima nos céus nem embaixo na terra! Tu que guardas a tua aliança de amor com os teus servos que, de todo o coração, andam segundo a tua vontade.
24 – Cumpriste a tua promessa a teu servo Davi, meu pai; com tua boca prometeste e com tua mão a cumpriste, conforme hoje se vê.
25 – “Agora, Senhor, Deus de Israel, cumpre a outra promessa que fizeste a teu servo Davi, meu pai, quando disseste: ‘Você nunca deixará de ter, diante de mim, um descendente que se assente no trono de Israel, se tão-somente os seus descendentes tiverem o cuidado de, em tudo, andarem segundo a minha vontade, como você tem feito’.
26 – Agora, ó Deus de Israel, que se confirme a palavra que falaste a teu servo Davi, meu pai.
27 – “Mas será possível que Deus habite na terra? Os céus, mesmo os mais altos céus, não podem conter-te. Muito menos este templo que construí!
28 – Ainda assim, atende à oração do teu servo e ao seu pedido de misericórdia, ó Senhor, meu Deus. Ouve o clamor e a oração que o teu servo faz hoje na tua presença.
29 – Estejam os teus olhos voltados dia e noite para este templo, lugar do qual disseste que nele porias o teu nome, para que ouças a oração que o teu servo fizer voltado para este lugar.
30 – Ouve as súplicas do teu servo e de Israel, teu povo, quando orarem voltados para este lugar. Ouve desde os céus, lugar da tua habitação, e quando ouvires, dá-lhes o teu perdão.
31 – “Quando um homem pecar contra seu próximo e tiver que fazer um juramento, e vier jurar diante do teu altar neste templo,
32 – ouve dos céus e age. Julga os teus servos; condena o culpado, fazendo recair sobre a sua própria cabeça o resultado da sua conduta, e declara sem culpa o inocente, dando-lhe o que a sua inocência merece.
33 – “Quando Israel, o teu povo, for derrotado por um inimigo por ter pecado contra ti, e voltar-se para ti e invocar o teu nome, orando e suplicando a ti neste templo,
34 – ouve dos céus e perdoa o pecado de Israel, teu povo, e traze-o de volta à terra que deste aos seus antepassados.
35 – “Quando fechar-se o céu, e não houver chuva por haver o teu povo pecado contra ti, e, se o teu povo, voltado para este lugar, invocar o teu nome e afastar-se do seu pecado por o haveres castigado,
36 – ouve dos céus e perdoa o pecado dos teus servos, do teu povo Israel. Ensina-lhes o caminho certo e envia chuva sobre a tua terra, que deste por herança ao teu povo.
37 – “Quando houver fome ou praga no país, ferrugem e mofo, gafanhotos peregrinos e gafanhotos devastadores, ou quando inimigos sitiarem suas cidades, quando, em meio a qualquer praga ou epidemia,
38 – uma oração ou súplica por misericórdia for feita por um israelita ou por todo o teu povo Israel, cada um sentindo as suas próprias aflições e dores, estendendo as mãos na direção deste templo,
39 – ouve dos céus, o lugar da tua habitação. Perdoa e age; trata cada um de acordo com o que merece, visto que conheces o seu coração. Sim, só tu conheces o coração do homem.
40 – Assim eles te temerão durante todo o tempo em que viverem na terra que deste aos nossos antepassados.
41 – “Quanto ao estrangeiro, que não pertence ao teu povo Israel, e que veio de uma terra distante por causa do teu nome —
42 – pois ouvirão acerca do teu grande nome, da tua mão poderosa e do teu braço forte — quando ele vier e orar voltado para este templo,
43 – ouve dos céus, lugar da tua habitação, e atende o pedido do estrangeiro, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome e te temam, como faz Israel, teu povo, e saibam que este templo que construí traz o teu nome.
44 – “Quando o teu povo for à guerra contra os seus inimigos, por onde quer que tu o enviares, e orar ao Senhor voltado para a cidade que escolheste e para o templo que construí em honra do teu nome,
45 – então ouve dos céus a sua oração e a sua súplica, e defende a sua causa.
46 – “Quando pecarem contra ti, pois não há ninguém que não peque, e ficares irado com eles e os entregares ao inimigo, que os leve prisioneiros para a sua terra, distante ou próxima;
47 – se eles caírem em si, na terra para a qual foram deportados, e se arrependerem e lá orarem: ‘Pecamos, praticamos o mal e fomos rebeldes’;
48 – e se lá eles se voltarem para ti de todo o coração e de toda a sua alma, na terra dos inimigos que os levaram como prisioneiros, e orarem voltados para a terra que deste aos seus antepassados, para a cidade que escolheste e para o templo que construí em honra do teu nome,
49 – então, desde os céus, o lugar da tua habitação, ouve a sua oração e a sua súplica, e defende a sua causa.
50 – Perdoa o teu povo, que pecou contra ti; perdoa todas as transgressões que cometeram contra ti, e faze com que os seus conquistadores tenham misericórdia deles;
51 – pois são o teu povo e a tua herança, que tiraste do Egito, da fornalha de fundição.
52 – “Que os teus olhos estejam abertos para a súplica do teu servo e para a súplica do teu povo Israel, e que os ouças sempre que clamarem a ti.
53 – Pois tu os escolheste dentre todos os povos da terra para serem a tua herança, assim como declaraste por meio do teu servo Moisés, quando tu, ó Soberano Senhor, tiraste os nossos antepassados do Egito”.
54 – Quando Salomão terminou a oração e a súplica ao Senhor, levantou-se diante do altar do Senhor, onde tinha se ajoelhado e estendido as mãos para o céu.
55 – Pôs-se de pé e abençoou em voz alta toda a assembléia de Israel, dizendo:
56 – “Bendito seja o Senhor, que deu descanso a Israel, seu povo, como havia prometido. Não ficou sem cumprimento nem uma de todas as boas promessas que ele fez por meio do seu servo Moisés.
57 – Que o Senhor, o nosso Deus, esteja conosco, assim como esteve com os nossos antepassados. Que ele jamais nos deixe nem nos abandone!
58 – E faça com que de coração nos voltemos para ele, a fim de andarmos em todos os seus caminhos e obedecermos aos seus mandamentos, decretos e ordenanças, que deu aos nossos antepassados.
59 – E que as palavras da minha súplica ao Senhor tenham acesso ao Senhor, ao nosso Deus, dia e noite, para que ele defenda a causa do seu servo e a causa de Israel, seu povo, de acordo com o que precisarem.
60 – Assim, todos os povos da terra saberão que o Senhor é Deus e que não há nenhum outro.
61 – Mas vocês, tenham coração íntegro para com o Senhor, o nosso Deus, para viverem por seus decretos e obedecerem aos seus mandamentos, como acontece hoje”.
62 – Então o rei Salomão e todo o Israel ofereceram sacrifícios ao Senhor;
63 – ele ofereceu em sacrifício de comunhão ao Senhor vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas. Assim o rei e todos os israelitas fizeram a dedicação do templo do Senhor.
64 – Naquele mesmo dia o rei consagrou a parte central do pátio, que ficava na frente do templo do Senhor, e ali ofereceu holocaustos, ofertas de cereal e a gordura das ofertas de comunhão, pois o altar de bronze diante do Senhor era pequeno demais para comportar os holocaustos, as ofertas de cereal e a gordura das ofertas de comunhão.
65 – E foi assim que Salomão, junto com todo o Israel, celebrou a festa naquela data; era uma grande multidão, gente vinda desde Lebo-Hamate até o ribeiro do Egito. Comemoraram diante do Senhor, o nosso Deus, durante sete dias.
66 – No oitavo dia Salomão mandou o povo para casa. Eles abençoaram o rei e foram embora, jubilosos e de coração alegre por todas as coisas boas que o Senhor havia feito por seu servo Davi e por seu povo Israel.
versão: NVI(Br)
Leitura concluída!
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abs e até amanhã!





ouve dos céus e perdoa o pecado dos teus servos, do teu povo Israel. Ensina-lhes o caminho certo e envia chuva sobre a tua terra, que deste por herança ao teu povo.