Leitura Bíblica diária – Dia 181

Por:
|
1 Comentário
|

Tempo de Leitura: 19 minutos

Acesse para adicionar itens aos seus favoritos.

Olá, pessoal. Graça e paz!

Vamos para mais um dia de nossa leitura. Espero que a palavra do Senhor continue sendo sua companheira e que o Santo Espírito do Senhor se revele um pouco mais em sua vida.

E se você está atrasado ou ainda não começou, corre que dá tempo! Não deixe de participar e comentar, aqui está nosso post com o plano pra você baixar e a tabela pra acompanhar, e aqui está o índice de posts diários com as leituras!

Leitura do dia

2ª Coríntios 11 | II Reis 3-4 | Eclesiastes 1

2 Coríntios – 11
1 – Espero que vocês suportem um pouco da minha insensatez. Sim, por favor, sejam pacientes comigo.
2 – O zelo que tenho por vocês é um zelo que vem de Deus. Eu os prometi a um único marido, Cristo, querendo apresentá-los a ele como uma virgem pura.
3 – O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da sua sincera e pura devoção a Cristo.
4 – Pois, se alguém lhes vem pregando um Jesus que não é aquele que pregamos, ou se vocês acolhem um espírito diferente do que acolheram ou um evangelho diferente do que aceitaram, vocês o suportam facilmente.
5 – Todavia, não me julgo nem um pouco inferior a esses “super-apóstolos”.
6 – Eu posso não ser um orador eloqüente; contudo tenho conhecimento. De fato, já manifestamos isso a vocês em todo tipo de situação.
7 – Será que cometi algum pecado ao humilhar-me a fim de elevá-los, pregando-lhes gratuitamente o evangelho de Deus?
8 – Despojei outras igrejas, recebendo delas sustento, a fim de servi-los.
9 – Quando estive entre vocês e passei por alguma necessidade, não fui um peso para ninguém; pois os irmãos, quando vieram da Macedônia, supriram aquilo de que eu necessitava. Fiz tudo para não ser pesado a vocês, e continuarei a agir assim.
10 – Tão certo como a verdade de Cristo está em mim, ninguém na região da Acaia poderá privar-me deste orgulho.
11 – Por quê? Por que não os amo? Deus sabe que os amo!
12 – E continuarei fazendo o que faço, a fim de não dar oportunidade àqueles que desejam encontrar ocasião de serem considerados iguais a nós nas coisas de que se orgulham.
13 – Pois tais homens são falsos apóstolos, obreiros enganosos, fingindo-se apóstolos de Cristo.
14 – Isto não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz.
15 – Portanto, não é surpresa que os seus servos finjam que são servos da justiça. O fim deles será o que as suas ações merecem.
16 – Faço questão de repetir: ninguém me considere insensato. Mas se vocês assim me consideram, recebam-me como receberiam um insensato, a fim de que eu me orgulhe um pouco.
17 – Ao ostentar este orgulho, não estou falando segundo o Senhor, mas como insensato.
18 – Visto que muitos estão se vangloriando de modo bem humano, eu também me orgulharei.
19 – Vocês, por serem tão sábios, suportam de boa vontade os insensatos!
20 – De fato, vocês suportam até quem os escraviza ou os explora, ou quem se exalta ou lhes fere a face.
21 – Para minha vergonha, admito que fomos fracos demais para isso! Naquilo em que todos os outros se atrevem a gloriar-se — falo como insensato — eu também me atrevo.
22 – São eles hebreus? Eu também. São israelitas? Eu também. São descendentes de Abraão? Eu também.
23 – São eles servos de Cristo? — estou fora de mim para falar desta forma — eu ainda mais: trabalhei muito mais, fui encarcerado mais vezes, fui açoitado mais severamente e exposto à morte repetidas vezes.
24 – Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites.
25 – Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar.
26 – Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos.
27 – Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez.
28 – Além disso, enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha preocupação com todas as igrejas.
29 – Quem está fraco, que eu não me sinta fraco? Quem não se escandaliza, que eu não me queime por dentro?
30 – Se devo me orgulhar, que seja nas coisas que mostram a minha fraqueza.
31 – O Deus e Pai do Senhor Jesus, que é bendito para sempre, sabe que não estou mentindo.
32 – Em Damasco, o governador nomeado pelo rei Aretas mandou que se vigiasse a cidade para me prender.
33 – Mas de uma janela na muralha fui baixado numa cesta e escapei das mãos dele.
versão: NVI(Br)

Eclesiastes 1

Eclesiastes – 1
1 – As palavras do Mestre, filho de Davi, rei em Jerusalém:
2 – “Que grande inutilidade! “, diz o Mestre. “Que grande inutilidade! Nada faz sentido! “
3 – O que o homem ganha com todo o seu trabalho em que tanto se esforça debaixo do sol?
4 – Gerações vêm e gerações vão, mas a terra permanece para sempre.
5 – O sol se levanta e o sol se põe, e depressa volta ao lugar de onde se levanta.
6 – O vento sopra para o sul e vira para o norte; dá voltas e mais voltas, seguindo sempre o seu curso.
7 – Todos os rios vão para o mar, contudo o mar nunca se enche; ainda que sempre corram para lá, para lá voltam a correr.
8 – Todas as coisas trazem canseira. O homem não é capaz de descrevê-las; os olhos nunca se saciam de ver, nem os ouvidos de ouvir.
9 – O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol.
10 – Haverá algo de que se possa dizer: “Veja! Isto é novo! “? Não! Já existiu há muito tempo; bem antes da nossa época.
11 – Ninguém se lembra dos que viveram na antigüidade, e aqueles que ainda virão tampouco serão lembrados pelos que vierem depois deles.
12 – Eu, o mestre, fui rei de Israel em Jerusalém.
13 – Dediquei-me a investigar e a usar a sabedoria para explorar tudo que é feito debaixo do céu. Que fardo pesado Deus pôs sobre os homens!
14 – Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento!
15 – O que é torto não pode ser endireitado; o que está faltando não pode ser contado.
16 – Pensei comigo mesmo: Eu me tornei famoso e ultrapassei em sabedoria todos os que governaram Jerusalém antes de mim; de fato adquiri muita sabedoria e conhecimento.
17 – Assim eu me esforcei para compreender a sabedoria, bem como a loucura e a insensatez, mas aprendi que isso também é correr atrás do vento.
18 – Pois quanto maior a sabedoria maior o sofrimento; e quanto maior o conhecimento, maior o desgosto.
versão: NVI(Br)

II Reis 1-2

2 Reis – 3
1 – Jorão, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel em Samaria no décimo oitavo ano de Josafá, rei de Judá, e reinou doze anos.
2 – Fez o que o Senhor reprova, mas não como seu pai e sua mãe, pois derrubou a coluna sagrada de Baal, que seu pai havia feito.
3 – No entanto, persistiu nos pecados que Jeroboão, filho de Nebate, levara Israel a cometer e deles não se afastou.
4 – Ora, Messa, rei de Moabe, tinha muitos rebanhos e pagava como tributo ao rei de Israel cem mil cordeiros e a lã de cem mil carneiros.
5 – Mas, depois que Acabe morreu, o rei de Moabe rebelou-se contra o rei de Israel.
6 – E, naquela ocasião, o rei Jorão partiu de Samaria e mobilizou todo Israel.
7 – Também enviou esta mensagem a Josafá, rei de Judá: “O rei de Moabe rebelou-se contra mim. Irás acompanhar-me na luta contra Moabe? ” Ele respondeu: “Sim, eu irei. Serei teu aliado, os meus soldados e os teus, os meus cavalos e os teus serão um só exército”.
8 – E perguntou: “Por qual caminho atacaremos? ” Respondeu Jorão: “Pelo deserto de Edom”.
9 – Então o rei de Israel partiu com os reis de Judá e de Edom. Depois de uma marcha de sete dias, já havia acabado a água para os homens e para os animais.
10 – Exclamou, então, o rei de Israel: “E agora? Será que o Senhor ajuntou a nós, os três reis, para nos entregar nas mãos de Moabe? “
11 – Mas Josafá perguntou: “Será que não há aqui profeta do Senhor, para que possamos consultar o Senhor por meio dele? ” Um conselheiro do rei de Israel respondeu: “Eliseu, filho de Safate, está aqui. Ele era auxiliar de Elias”.
12 – Josafá prosseguiu: “A palavra do Senhor está com ele”. Então o rei de Israel, Josafá e o rei de Edom foram falar com ele.
13 – Eliseu disse ao rei de Israel: “Nada tenho a ver com você. Vá consultar os profetas de seu pai e de sua mãe”. Mas o rei de Israel insistiu: “Não, pois foi o Senhor que ajuntou a nós, estes três reis, para entregar-nos nas mãos de Moabe”.
14 – Então Eliseu disse: “Juro pelo nome do Senhor dos Exércitos, a quem sirvo, que se não fosse por respeito a Josafá, rei de Judá, eu não olharia para você nem mesmo lhe daria atenção.
15 – Mas agora tragam-me um harpista”. Enquanto o harpista estava tocando, o poder do Senhor veio sobre Eliseu,
16 – e ele disse: “Assim diz o Senhor: Cavem muitas cisternas neste vale.
17 – Pois assim diz o Senhor: Vocês não verão vento nem chuva, contudo este vale ficará cheio de água, e vocês, seus rebanhos e seus outros animais beberão.
18 – Mas para o Senhor isso ainda é pouco; ele também lhes entregará Moabe nas suas mãos.
19 – Vocês destruirão todas as cidades fortificadas e todas as cidades importantes. Derrubarão toda árvore frutífera, taparão todas as fontes e encherão de pedras todas as terras de cultivo”.
20 – No dia seguinte, na hora do sacrifício da manhã, a água veio descendo da direção de Edom e alagou a região.
21 – Quando os moabitas ficaram sabendo que os reis tinham vindo para atacá-los, todos os que eram capazes de empunhar armas, do mais jovem ao mais velho, foram convocados e posicionaram-se na fronteira.
22 – Ao se levantarem na manhã seguinte, o sol refletia na água. Para os moabitas que estavam defronte dela, a água era vermelha como sangue.
23 – Então gritaram: “É sangue! Os reis lutaram entre si e se mataram. Agora, ao saque, Moabe! “
24 – Quando, porém, os moabitas chegaram ao acampamento de Israel, os israelitas os atacaram e os puseram em fuga. Entraram no território de Moabe e o arrasaram.
25 – Destruíram as cidades, e quando passavam por um campo cultivável cada homem atirava uma pedra até que ficasse coberto. Taparam todas as fontes e derrubaram toda árvore frutífera. Só Quir-Haresete ficou com as pedras no lugar, mas homens armados de atiradeiras a cercaram e também a atacaram.
26 – Quando o rei de Moabe viu que estava perdendo a batalha, reuniu setecentos homens armados de espadas para forçar a passagem, para alcançar o rei de Edom, mas fracassou.
27 – Então pegou seu filho mais velho, que devia sucedê-lo como rei, e o sacrificou sobre o muro da cidade. Isso trouxe grande ira contra Israel, de modo que eles se retiraram e voltaram para sua própria terra.

2 Reis – 4
1 – Certo dia, a mulher de um dos discípulos dos profetas foi falar a Eliseu: “Teu servo, meu marido, morreu, e tu sabes que ele temia o Senhor. Mas agora veio um credor que está querendo levar meus dois filhos como escravos”.
2 – Eliseu perguntou-lhe: “Como posso ajudá-la? Diga-me, o que você tem em casa? ” E ela respondeu: “Tua serva não tem nada além de uma vasilha de azeite”.
3 – Então disse Eliseu: “Vá pedir emprestadas vasilhas a todos os vizinhos. Mas, peça muitas.
4 – Depois entre em casa com seus filhos e feche a porta. Derrame daquele azeite em cada vasilha e vá separando as que você for enchendo”.
5 – Depois disso, ela foi embora, fechou-se em casa com seus filhos e começou a encher as vasilhas que eles lhe traziam.
6 – Quando todas as vasilhas estavam cheias, ela disse a um dos filhos: “Traga-me mais uma”. Mas ele respondeu: “Já acabaram”. Então o azeite parou de correr.
7 – Ela foi e contou tudo ao homem de Deus, que lhe disse: “Vá, venda o azeite e pague suas dívidas. E você e seus filhos ainda poderão viver do que sobrar”.
8 – Certo dia, Eliseu foi a Suném, onde uma mulher rica insistiu que ele fosse tomar uma refeição em sua casa. Depois disso, sempre que passava por ali, ele parava para uma refeição.
9 – De modo que ela disse ao marido: “Sei que esse homem que sempre vem aqui é um santo homem de Deus.
10 – Vamos construir lá em cima um quartinho de tijolos e colocar nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lamparina para ele. Assim, sempre que nos visitar ele poderá ocupá-lo”.
11 – Um dia, quando Eliseu chegou, subiu ao seu quarto e deitou-se.
12 – Ele mandou o seu servo Geazi chamar a sunamita. Então ele a chamou, e quando ela veio,
13 – Eliseu mandou que Geazi dissesse a ela: “Você teve todo este trabalho por nossa causa. O que podemos fazer por você? Quer que eu interceda por você junto ao rei ou ao comandante do exército? ” Ela respondeu: “Estou bem entre minha própria gente”.
14 – Mais tarde Eliseu perguntou a Geazi: “O que se pode fazer por ela? ” Ele respondeu: “Bem, ela não tem filhos, e seu marido é idoso”.
15 – Então Eliseu mandou chamá-la de novo. Geazi a chamou, e ela veio até a porta.
16 – E ele disse: “Por volta desta época, no ano que vem, você estará com um filho nos braços”. Ela contestou: “Não, meu senhor. Não iludas a tua serva, ó homem de Deus! “
17 – Mas, como Eliseu lhe dissera, a mulher engravidou e, no ano seguinte, por volta daquela mesma época, deu à luz um filho.
18 – O menino cresceu e, certo dia, foi encontrar seu pai, que estava com os ceifeiros.
19 – De repente, ele começou a chamar o pai, gritando: “Ai, minha cabeça! Ai, minha cabeça! ” Então o pai disse a um servo: “Leve-o para a mãe dele”.
20 – O servo o pegou e o levou à mãe, o menino ficou no colo dela até o meio-dia, quando morreu.
21 – Ela subiu ao quarto do homem de Deus, deitou o menino na cama, saiu e fechou a porta.
22 – Ela chamou o marido e disse: “Preciso de um servo e uma jumenta para ir falar com o homem de Deus. Vou e volto depressa”.
23 – Ele perguntou: “Mas, por que hoje? Não é lua nova nem sábado! ” Ela respondeu: “Não se preocupe”.
24 – Ela mandou selar a jumenta, e disse ao servo: “Vamos rápido, só pare quando eu mandar”.
25 – Assim ela partiu para encontrar-se com o homem de Deus no monte Carmelo. Quando ele a viu a distância, disse a seu servo Geazi: “Olhe! É a sunamita!
26 – Corra ao encontro dela e lhe pergunte: ‘Está tudo bem com você? Tudo bem com seu marido? E com seu filho? ’ ” Ela respondeu a Geazi: “Está tudo bem”.
27 – Ao encontrar o homem de Deus no monte, ela se abraçou aos seus pés. Geazi veio para afastá-la, mas o homem de Deus lhe disse: “Deixe-a em paz! Ela está muito angustiada, mas o Senhor nada me revelou e escondeu de mim a razão de sua angústia”.
28 – E disse a mulher: “Acaso eu te pedi um filho, meu senhor? Não te disse para não me dar falsas esperanças? “
29 – Então Eliseu disse a Geazi: “Ponha a capa por dentro do cinto, pegue o meu cajado e corra. Se você encontrar alguém, não o cumprimente e, se alguém o cumprimentar, não responda. Quando lá chegar, ponha o meu cajado sobre o rosto do menino”.
30 – Mas a mãe do menino disse: “Juro pelo nome do Senhor e por tua vida que, se ficares, não irei”. Então ele foi com ela.
31 – Geazi chegou primeiro e pôs o cajado sobre o rosto do menino, mas ele não falou nem reagiu. Então Geazi voltou para encontrar-se com Eliseu e lhe disse: “O menino não voltou a si”.
32 – Quando Eliseu chegou à casa, lá estava o menino, morto, estendido na cama.
33 – Ele entrou, fechou a porta e orou ao Senhor.
34 – Então, deitou-se sobre o menino, boca a boca, olhos com olhos, mãos com mãos. Enquanto se debruçava sobre ele, o corpo do menino foi se aquecendo.
35 – Eliseu levantou-se e começou a andar pelo quarto; depois subiu na cama e debruçou-se mais uma vez sobre ele. O menino espirrou sete vezes e abriu os olhos.
36 – Eliseu chamou Geazi e o mandou chamar a sunamita. E ele obedeceu. Quando ela chegou, Eliseu disse: “Pegue seu filho”.
37 – Ela entrou, prostrou-se a seus pés, curvando-se até o chão. Então pegou o filho e saiu.
38 – Depois Eliseu voltou a Gilgal. Nesse tempo a fome assolava a região. Quando os discípulos dos profetas estavam reunidos com ele, ordenou ao seu servo: “Ponha o caldeirão no fogo e faça um ensopado para estes homens”.
39 – Um deles foi ao campo apanhar legumes e encontrou uma trepadeira. Apanhou alguns de seus frutos e encheu deles o seu manto. Quando voltou, cortou-os em pedaços e colocou-os no caldeirão do ensopado, embora ninguém soubesse o que era.
40 – O ensopado foi servido aos homens, mas, logo que o provaram, eles gritaram: “Homem de Deus, há morte na panela! ” E não puderam mais tomá-lo.
41 – Então Eliseu pediu um pouco de farinha, colocou no caldeirão e disse: “Sirvam a todos”. E já não havia mais perigo no caldeirão.
42 – Veio um homem de Baal-Salisa, trazendo ao homem de Deus vinte pães de cevada, feitos dos primeiros grãos da colheita, e também algumas espigas verdes. Então Eliseu ordenou ao seu servo: “Sirva a todos”.
43 – O auxiliar de Eliseu perguntou: “Como poderei servir isso a cem homens? ” Eliseu, porém, respondeu: “Sirva a todos, pois assim diz o Senhor: ‘Eles comerão, e ainda sobrará’ “.
44 – Então ele serviu a todos, e conforme a palavra do Senhor, eles comeram e ainda sobrou.
versão: NVI(Br)

Leitura concluída!
Não se esqueça de divulgar, comentar, e se puder.. time um momento para orar sobre o que lemos hoje.

abs e até amanhã!

Escrito por:

Compartilhe…

Acesse para adicionar itens aos seus favoritos.

Deixe seu comentário

  • Pr Reynaldo Ferreira
    junho 30, 2025 11:52

    Eliseu clamou-se e começou a andar pelo quarto; depois subiu na cama e debruçou-se mais uma vez sobre ele. O menino espirrou sete vezes e abriu os olhos.

    Responder

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Preencha esse campo
Preencha esse campo
Digite um endereço de e-mail válido.

Veja também