Olá, pessoal. Graça e paz!
Vamos para mais um dia de nossa leitura. Espero que a palavra do Senhor continue sendo sua companheira e que o Santo Espírito do Senhor se revele um pouco mais em sua vida.
E se você está atrasado ou ainda não começou, corre que dá tempo! Não deixe de participar e comentar, aqui está nosso post com o plano pra você baixar e a tabela pra acompanhar, e aqui está o índice de posts diários com as leituras!
Leitura do dia
Atos 25 | Juízes 17-18 | Salmos 136
Juízes 17-18
Juízes – 17
1 – Havia um homem chamado Mica, dos montes de Efraim,
2 – que disse certa vez à sua mãe: “Os treze quilos de prata que lhe foram roubados e pelos quais eu a ouvi pronunciar uma maldição. Na verdade a prata está comigo; eu a peguei”. Disse-lhe sua mãe: “O Senhor o abençoe, meu filho! “
3 – Quando ele devolveu os treze quilos de prata à mãe, ela disse: “Consagro solenemente a minha prata ao Senhor para que o meu filho faça uma imagem esculpida e um ídolo de metal. Eu a devolvo a você”.
4 – Mas ele devolveu a prata à sua mãe, e ela separou dois quilos e quatrocentos gramas, e os deu a um ourives, que deles fez a imagem e o ídolo. E estes foram postos na casa de Mica.
5 – Ora, esse homem, Mica, possuía um santuário, e fez um manto sacerdotal e alguns ídolos da família e pôs um dos seus filhos como seu sacerdote.
6 – Naquela época não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo.
7 – Um jovem levita de Belém de Judá, procedente do clã de Judá,
8 – saiu daquela cidade em busca de outro lugar para morar. Em sua viagem, chegou à casa de Mica, nos montes de Efraim.
9 – Mica lhe perguntou: “De onde você vem? ” “Sou levita, de Belém de Judá”, respondeu ele. “Estou procurando um lugar para morar. “
10 – “Fique comigo”, disse-lhe Mica. “Seja meu pai e sacerdote, e eu lhe darei cento e vinte gramas de prata por ano, roupas e comida. “
11 – O jovem levita concordou em ficar com Mica, e tornou-se como um dos seus filhos.
12 – Mica acolheu o levita, e o jovem se tornou seu sacerdote, e ficou morando em sua casa.
13 – E Mica disse: “Agora sei que o Senhor me tratará com bondade, pois esse levita se tornou meu sacerdote”.
Juízes – 18
1 – Naquela época não havia rei em Israel, e a tribo de Dã estava procurando um local onde estabelecer-se, pois ainda não tinha recebido herança entre as tribos de Israel.
2 – Então enviaram cinco guerreiros de Zorá e de Estaol para espionarem a terra e explorá-la. Esses homens representavam todos os clãs da tribo. Disseram-lhes: “Vão, explorem a terra”. Os homens chegaram aos montes de Efraim e foram à casa de Mica, onde passaram a noite.
3 – Quando estavam perto da casa de Mica, reconheceram a voz do jovem levita; aproximaram-se e lhe perguntaram: “Quem o trouxe para cá? O que você está fazendo neste lugar? Por que você está aqui? “
4 – O jovem lhes contou o que Mica fizera por ele, e disse: “Ele me contratou, e eu sou seu sacerdote”.
5 – Então eles lhe pediram: “Pergunte a Deus, se a nossa viagem será bem sucedida”.
6 – O sacerdote lhes respondeu: “Vão em paz. Sua viagem tem a aprovação do Senhor”.
7 – Os cinco homens partiram e chegaram a Laís, onde viram que o povo vivia em segurança, como os sidônios, despreocupado e tranqüilo, e que gozava prosperidade, pois a sua terra não lhe deixava faltar nada. Viram também que o povo vivia longe dos sidônios e não tinha relações com nenhum outro povo.
8 – Quando voltaram a Zorá e a Estaol, seus irmãos lhes perguntaram: “O que descobriram? “
9 – Eles responderam: “Vamos atacá-los! Vimos que a terra é muito boa. Vocês vão ficar aí sem fazer nada? Não hesitem em ir apossar-se dela.
10 – Chegando lá, vocês encontrarão um povo despreocupado e uma terra espaçosa que Deus pôs nas mãos de vocês, terra onde não falta coisa alguma! “
11 – Então seiscentos homens da tribo de Dã, partiram de Zorá e de Estaol, armados para guerra.
12 – Na viagem armaram acampamento perto de Quiriate-Jearim, em Judá. É por isso que até hoje o local, a oeste de Quiriate-Jearim, é chamado Maané-Dã.
13 – Dali foram para os montes de Efraim e chegaram à casa de Mica.
14 – Os cinco homens que haviam espionado a terra de Laís disseram a seus irmãos: “Vocês sabiam que numa dessas casas há um manto sacerdotal, ídolos da família, uma imagem esculpida e um ídolo de metal? Agora vocês sabem o que devem fazer”.
15 – Então eles se aproximaram e foram à casa do jovem levita, à casa de Mica, e o saudaram.
16 – Os seiscentos homens de Dã, armados para a guerra, ficaram junto à porta.
17 – Os cinco homens que haviam espionado a terra entraram e apanharam a imagem, o manto sacerdotal, os ídolos da família e o ídolo de metal, enquanto o sacerdote e os seiscentos homens armados permaneciam à porta.
18 – Quando os homens entraram na casa de Mica e apanharam a imagem, o manto sacerdotal, os ídolos da família e o ídolo de metal, o sacerdote lhes perguntou: “Que é que vocês estão fazendo? “
19 – Eles lhe responderam: “Silêncio! Não diga nada. Venha conosco, e seja nosso pai e sacerdote. Não será melhor para você servir como sacerdote uma tribo e um clã de Israel do que apenas a família de um só homem? “
20 – Então o sacerdote se alegrou, apanhou o manto sacerdotal, os ídolos da família e a imagem esculpida e se juntou à tropa.
21 – Pondo os seus filhos, os seus animais e os seus bens na frente deles, partiram de volta.
22 – Quando já estavam a certa distância da casa, os homens que moravam perto de Mica foram convocados e alcançaram os homens de Dã.
23 – Como vinham gritando atrás deles, estes se voltaram e perguntaram a Mica: “Qual é o seu problema? Por quê convocou os seus homens para lutar? “
24 – Ele respondeu: “Vocês estão levando embora os deuses que fiz e o meu sacerdote. O que me sobrou? Como é que ainda podem perguntar: ‘Qual é o seu problema? ’ “
25 – Os homens de Dã responderam: “Não discuta conosco, senão alguns homens de temperamento violento o atacarão, e você e a sua família perderão a vida”.
26 – E assim os homens de Dã seguiram seu caminho. Vendo que eles eram fortes demais para ele, Mica virou-se e voltou para casa.
27 – Os homens de Dã levaram o que Mica fizera e o seu sacerdote, e foram para Laís, lugar de um povo pacífico e despreocupado. Eles mataram todos ao fio da espada e queimaram a cidade.
28 – Não houve quem os livrasse, pois viviam longe de Sidom e não tinham relações com nenhum outro povo. A cidade ficava num vale que se estende até Bete-Reobe. Os homens de Dã reconstruíram a cidade e se estabeleceram nela.
29 – Deram à cidade anteriormente chamada Laís o nome de Dã, em homenagem a seu antepassado Dã, filho de Israel.
30 – Eles levantaram para si o ídolo, e Jônatas, filho de Gérson, neto de Moisés, e os seus filhos foram sacerdotes da tribo de Dã até que o povo foi para o exílio.
31 – Ficaram com o ídolo feito por Mica durante todo o tempo em que o santuário de Deus esteve em Siló.
versão: NVI(Br)
Salmos 136
Salmos – 136
1 – Dêem graças ao Senhor, porque ele é bom. O seu amor dura para sempre!
2 – Dêem graças ao Deus dos deuses. O seu amor dura para sempre!
3 – Dêem graças ao Senhor dos senhores. O seu amor dura para sempre!
4 – Ao único que faz grandes maravilhas, O seu amor dura para sempre!
5 – que com habilidade fez os céus, O seu amor dura para sempre!
6 – que estendeu a terra sobre as águas; O seu amor dura para sempre!
7 – Àquele que fez os grandes luminares, O seu amor dura para sempre!
8 – o sol para governar o dia, O seu amor dura para sempre!
9 – a lua e as estrelas para governarem a noite; O seu amor dura para sempre!
10 – Àquele que matou os primogênitos do Egito O seu amor dura para sempre!
11 – e tirou Israel do meio deles O seu amor dura para sempre!
12 – com mão poderosa e braço forte; O seu amor dura para sempre!
13 – Àquele que dividiu o mar Vermelho O seu amor dura para sempre!
14 – e fez Israel atravessá-lo, O seu amor dura para sempre!
15 – mas lançou o faraó e o seu exército no mar Vermelho; O seu amor dura para sempre!
16 – Àquele que conduziu seu povo pelo deserto, O seu amor dura para sempre!
17 – que feriu grandes reis O seu amor dura para sempre!
18 – e matou reis poderosos; O seu amor dura para sempre!
19 – Seom, rei dos amorreus, O seu amor dura para sempre!
20 – e Ogue, rei de Basã, O seu amor dura para sempre!
21 – e deu a terra deles como herança, O seu amor dura para sempre!
22 – como herança ao seu servo Israel; O seu amor dura para sempre!
23 – Àquele que se lembrou de nós quando fomos humilhados O seu amor dura para sempre!
24 – e nos livrou dos nossos adversários; O seu amor dura para sempre!
25 – Àquele que dá alimento a todos os seres vivos. O seu amor dura para sempre!
26 – Dêem graças ao Deus dos céus. O seu amor dura para sempre!
versão: NVI(Br)
Atos 25
Atos dos Apóstolos – 25
1 – Três dias depois de chegar à província, Festo subiu de Cesaréia para Jerusalém,
2 – onde os chefes dos sacerdotes e os judeus mais importantes compareceram diante dele, apresentando as acusações contra Paulo.
3 – Pediram a Festo o favor de transferir Paulo para Jerusalém, contra os interesses do próprio Paulo, pois estavam preparando uma emboscada para matá-lo no caminho.
4 – Festo respondeu: “Paulo está preso em Cesaréia, e eu mesmo vou para lá em breve.
5 – Desçam comigo alguns dos seus líderes e apresentem ali as acusações que têm contra esse homem, se realmente ele fez algo de errado”.
6 – Tendo passado com eles oito a dez dias, desceu para Cesaréia e, no dia seguinte, convocou o tribunal e ordenou que Paulo fosse trazido perante ele.
7 – Quando Paulo apareceu, os judeus que tinham chegado de Jerusalém se aglomeraram ao seu redor, fazendo contra ele muitas e graves acusações que não podiam provar.
8 – Então Paulo fez sua defesa: “Nada fiz de errado contra a lei dos judeus, contra o templo ou contra César”.
9 – Festo, querendo prestar um favor aos judeus, perguntou a Paulo: “Você está disposto a ir a Jerusalém e ali ser julgado diante de mim, acerca destas acusações? “
10 – Paulo respondeu: “Estou agora diante do tribunal de César, onde devo ser julgado. Não fiz nenhum mal aos judeus, como bem sabes.
11 – Se, de fato, sou culpado de ter feito algo que mereça pena de morte, não me recuso a morrer. Mas se as acusações feitas contra mim por estes judeus não são verdadeiras, ninguém tem o direito de me entregar a eles. Apelo para César! “
12 – Depois de ter consultado seus conselheiros, Festo declarou: “Você apelou para César, para César irá! “
13 – Alguns dias depois, o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesaréia para saudar Festo.
14 – Visto que estavam passando muitos dias ali, Festo explicou o caso de Paulo ao rei: “Há aqui um homem que Félix deixou preso.
15 – Quando fui a Jerusalém, os chefes dos sacerdotes e os líderes dos judeus fizeram acusações contra ele, pedindo que fosse condenado.
16 – “Eu lhes disse que não é costume romano condenar ninguém antes que ele se defronte pessoalmente com seus acusadores e tenha a oportunidade de se defender das acusações que lhe fazem.
17 – Vindo eles comigo para cá, não retardei o caso; convoquei o tribunal no dia seguinte e ordenei que o homem fosse apresentado.
18 – Quando os seus acusadores se levantaram para falar, não o acusaram de nenhum dos crimes que eu esperava.
19 – Pelo contrário, tinham alguns pontos de divergência com ele acerca de sua própria religião e de um certo Jesus, já morto, o qual Paulo insiste que está vivo.
20 – Fiquei sem saber como investigar tais assuntos; por isso perguntei-lhe se ele estaria disposto a ir a Jerusalém e ser julgado ali acerca destas acusações.
21 – Apelando Paulo para que fosse guardado até a decisão do Imperador, ordenei que ficasse sob custódia até que eu pudesse enviá-lo a César”.
22 – Então Agripa disse a Festo: “Eu também gostaria de ouvir esse homem”. Ele respondeu: “Amanhã o ouvirás”.
23 – No dia seguinte, Agripa e Berenice vieram com grande pompa e entraram na sala de audiências com os altos oficiais e os homens importantes da cidade. Por ordem de Festo, Paulo foi trazido.
24 – Então Festo disse: “Ó rei Agripa e todos os senhores aqui presentes conosco, vejam este homem! Toda a comunidade judaica me fez petições a respeito dele em Jerusalém e aqui em Cesaréia, gritando que ele não deveria mais viver.
25 – Mas verifiquei que ele nada fez que mereça pena de morte; todavia, porque apelou para o Imperador, decidi enviá-lo a Roma.
26 – No entanto, não tenho nada definido a respeito dele para escrever a Sua Majestade. Por isso, eu o trouxe diante dos senhores, e especialmente diante de ti, rei Agripa, de forma que, feita esta investigação, eu tenha algo para escrever.
27 – Pois não me parece razoável enviar um preso sem especificar as acusações contra ele”.
versão: NVI(Br)
Leitura concluída!
Não se esqueça de divulgar, comentar, e se puder.. time um momento para orar sobre o que lemos hoje.
abs e até amanhã!





Naquela época não havia rei em Israel; cada um faz o que lhe parece certo.