Olá, pessoal. Graça e paz!
Vamos para mais um dia de nossa leitura. Espero que a palavra do Senhor continue sendo sua companheira e que o Santo Espírito do Senhor se revele um pouco mais em sua vida.
E se você está atrasado ou ainda não começou, corre que dá tempo! Não deixe de participar e comentar, aqui está nosso post com o plano pra você baixar e a tabela pra acompanhar, e aqui está o índice de posts diários com as leituras!
Leitura do dia
Hebreus 11 | Neemias 13 | Isaías 36-37
Hebreus – 11
1 – Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.
2 – Pois foi por meio dela que os antigos receberam bom testemunho.
3 – Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que o que se vê não foi feito do que é visível.
4 – Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Pela fé ele foi reconhecido como justo, quando Deus aprovou as suas ofertas. Embora esteja morto, por meio da fé ainda fala.
5 – Pela fé Enoque foi arrebatado, de modo que não experimentou a morte; “ele já não foi encontrado porque Deus o havia arrebatado”, pois antes de ser arrebatado recebeu testemunho de que tinha agradado a Deus.
6 – Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam.
7 – Pela fé Noé, quando avisado a respeito de coisas que ainda não se viam, movido por santo temor, construiu uma arca para salvar sua família. Por meio da fé ele condenou o mundo e tornou-se herdeiro da justiça que é segundo a fé.
8 – Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia como herança, embora não soubesse para onde estava indo.
9 – Pela fé peregrinou na terra prometida como se estivesse em terra estranha; viveu em tendas, bem como Isaque e Jacó, co-herdeiros da mesma promessa.
10 – Pois ele esperava a cidade que tem alicerces, cujo arquiteto e edificador é Deus.
11 – Pela fé, Abraão — e também a própria Sara, apesar de estéril e avançada em idade — recebeu poder para gerar um filho, porque considerou fiel aquele que lhe havia feito a promessa.
12 – Assim, daquele homem já sem vitalidade originaram-se descendentes tão numerosos como as estrelas do céu e tão incontáveis como a areia da praia do mar.
13 – Todos estes ainda viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-nas de longe e de longe as saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra.
14 – Os que assim falam mostram que estão buscando uma pátria.
15 – Se estivessem pensando naquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar.
16 – Em vez disso, esperavam eles uma pátria melhor, isto é, a pátria celestial. Por essa razão Deus não se envergonha de ser chamado o Deus deles, pois preparou-lhes uma cidade.
17 – Pela fé Abraão, quando Deus o pôs à prova, ofereceu Isaque como sacrifício. Aquele que havia recebido as promessas estava a ponto de sacrificar o seu único filho,
18 – embora Deus lhe tivesse dito: “Por meio de Isaque a sua descendência será considerada”.
19 – Abraão levou em conta que Deus pode ressuscitar os mortos; e, figuradamente, recebeu Isaque de volta dentre os mortos.
20 – Pela fé Isaque abençoou Jacó e Esaú com respeito ao futuro deles.
21 – Pela fé Jacó, à beira da morte, abençoou cada um dos filhos de José e adorou a Deus, apoiado na extremidade do seu bordão.
22 – Pela fé José, no fim da vida, fez menção do êxodo dos israelitas do Egito e deu instruções acerca dos seus próprios ossos.
23 – Pela fé Moisés, recém-nascido, foi escondido durante três meses por seus pais, pois estes viram que ele não era uma criança comum, e não temeram o decreto do rei.
24 – Pela fé Moisés, já adulto, recusou ser chamado filho da filha do faraó,
25 – preferindo ser maltratado com o povo de Deus a desfrutar os prazeres do pecado durante algum tempo.
26 – Por amor de Cristo, considerou a desonra riqueza maior do que os tesouros do Egito, porque contemplava a sua recompensa.
27 – Pela fé saiu do Egito, não temendo a ira do rei, e perseverou, porque via aquele que é invisível.
28 – Pela fé celebrou a Páscoa e fez a aspersão do sangue, para que o destruidor não tocasse nos fihos mais velhos dos israelitas.
29 – Pela fé o povo atravessou o mar Vermelho como em terra seca; mas, quando os egípcios tentaram fazê-lo, morreram afogados.
30 – Pela fé caíram os muros de Jericó, depois de serem rodeados durante sete dias.
31 – Pela fé a prostituta Raabe, por ter acolhido os espiões, não foi morta com os que haviam sido desobedientes.
32 – Que mais direi? Não tenho tempo para falar de Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas,
33 – os quais pela fé conquistaram reinos, praticaram a justiça, alcançaram o cumprimento de promessas, fecharam a boca de leões,
34 – apagaram o poder do fogo e escaparam do fio da espada; da fraqueza tiraram força, tornaram-se poderosos na batalha e puseram em fuga exércitos estrangeiros.
35 – Houve mulheres que, pela ressurreição, tiveram de volta os seus mortos. Alguns foram torturados e recusaram ser libertados, para poderem alcançar uma ressurreição superior.
36 – Outros enfrentaram zombaria e açoites, outros ainda foram acorrentados e colocados na prisão,
37 – apedrejados, serrados ao meio, postos à prova, mortos ao fio da espada. Andaram errantes, vestidos de pele de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos e maltratados.
38 – O mundo não era digno deles. Vagaram pelos desertos e montes, pelas cavernas e grutas.
39 – Todos estes receberam bom testemunho por meio da fé; no entanto, nenhum deles recebeu o que havia sido prometido.
40 – Deus havia planejado algo melhor para nós, para que conosco fossem eles aperfeiçoados.
versão: NVI(Br)
Isaías 36-37
Isaías – 36
1 – No décimo quarto ano do reinado de Ezequias, Senaqueribe, rei da Assíria, atacou todas as cidades fortificadas de Judá e se apossou delas.
2 – Então o rei da Assíria enviou de Láquis ao rei Ezequias, em Jerusalém, seu comandante com um grande exército. Quando o comandante parou no aqueduto do açude superior, na estrada que leva ao campo do Lavandeiro,
3 – o administrador do palácio, Eliaquim, filho de Hilquias, o secretário Sebna e o arquivista real Joá, filho de Asafe, foram ao encontro dele.
4 – E o comandante de campo falou: “Digam a Ezequias: “Assim diz o grande rei, o rei da Assíria: ‘Em que você está baseando essa sua confiança?
5 – Você diz que tem estratégia e força militar; mas só palavras vãs. Em quem você confia, para rebelar-se contra mim?
6 – Pois veja! Agora você está confiando no Egito, aquela cana esmagada, que fura a mão de quem nela se apóia! Assim é o faraó, o rei do Egito, para todos os que dele dependem.
7 – E se você me disser: “No Senhor, o nosso Deus, confiamos”; não são dele os altos e os altares que Ezequias removeu, dizendo a Judá e a Jerusalém: “Vocês devem adorar aqui, diante deste altar”? ’
8 – “Façamos agora um tratado com o meu senhor, o rei da Assíria: Eu lhe darei dois mil cavalos — se você puder pôr cavaleiros neles!
9 – Como então você poderá repelir um só dos menores oficiais do meu senhor, confiando que o Egito lhe dará carros e cavaleiros?
10 – Além disso, você pensa que vim atacar e destruir esta nação sem o Senhor? O próprio Senhor me mandou marchar contra esta nação e destruí-la”.
11 – Então Eliaquim, Sebna e Joá disseram ao comandante: “Por favor, fala com os seus servos em aramaico, pois entendemos essa língua. Não fales em hebraico, pois assim o povo que está sobre os muros entenderá”.
12 – O comandante, porém, respondeu: “Pensam que o meu senhor mandou-me dizer estas coisas só a vocês e ao seu senhor, e não aos homens que estão sentados no muro? Pois, como vocês, eles terão que comer as próprias fezes e beber a própria urina! “
13 – E o comandante se pôs de pé e falou alto, em hebraico: “Ouçam as palavras do grande rei, do rei da Assíria!
14 – Não deixem que Ezequias os engane. Ele não poderá livrá-los!
15 – Não deixem Ezequias convencê-los a confiar no Senhor, quando diz: ‘Certamente o Senhor nos livrará; esta cidade não será entregue nas mãos do rei da Assíria’.
16 – “Não dêem atenção a Ezequias. Assim diz o rei da Assíria: ‘Venham fazer as pazes comigo. Então cada um de vocês comerá de sua própria videira e de sua própria figueira, e beberá água de sua própria cisterna,
17 – até que eu os leve a uma terra como a de vocês: terra de cereal e de vinho, terra de pão e de vinhas.
18 – ” ‘Não deixem que Ezequias os engane quando diz que o Senhor os livrará. Alguma vez o deus de qualquer nação livrou sua terra das mãos do rei da Assíria?
19 – Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim? Eles livraram Samaria das minhas mãos?
20 – Quem dentre todos os deuses dessas nações conseguiu livrar a sua terra? Como então o Senhor poderá livrar Jerusalém das minhas mãos? ’ “
21 – Mas o povo ficou em silêncio e nada respondeu, porque o rei dera esta ordem: “Não lhe respondam”.
22 – Então o administrador do palácio, Eliaquim, filho de Hilquias, o secretário Sebna e o arquivista Joá, filho de Asafe, com as vestes rasgadas, foram contar a Ezequias o que dissera o comandante.
Isaías – 37
1 – Quando o rei Ezequias soube disso, rasgou suas vestes, vestiu pano de saco e entrou no templo do Senhor.
2 – Depois enviou o administrador do palácio, Eliaquim, o secretário Sebna e os chefes dos sacerdotes, todos vestidos de pano de saco, ao profeta Isaías, filho de Amoz,
3 – com esta mensagem: “Assim diz Ezequias: Hoje é dia de angústia, de repreensão e de vergonha, como quando uma criança está a ponto de nascer e não há forças para dá-la à luz.
4 – Talvez o Senhor, o seu Deus, ouça as palavras do comandante de campo, a quem o seu senhor, o rei da Assíria, enviou para zombar do Deus vivo. E que o Senhor, o seu Deus, o repreenda pelas palavras que ouviu. Portanto, ore pelo remanescente que ainda sobrevive”.
5 – Quando os oficiais do rei Ezequias vieram a Isaías,
6 – este lhes respondeu: “Digam a seu senhor: Assim diz o Senhor: ‘Não tenha medo das palavras que você ouviu, das blasfêmias que os servos do rei da Assíria falaram contra mim.
7 – Porei nele um espírito para que, quando ouvir uma certa notícia, volte à sua própria terra, e ali farei com que seja morto à espada’ “.
8 – Quando o comandante de campo soube que o rei da Assíria havia partido de Láquis, retirou-se e encontrou o rei lutando contra Libna.
9 – Ora, Senaqueribe foi informado de que Tiraca, o rei da Etiópia, saíra para lutar contra ele. Quando soube disso, enviou mensageiros a Ezequias com esta mensagem:
10 – “Digam a Ezequias, rei de Judá: Não deixe que o Deus no qual você confia o engane quando diz: ‘Jerusalém não será entregue nas mãos do rei da Assíria’.
11 – Com certeza você ouviu o que os reis da Assíria têm feito a todas as nações, e como as destruíram por completo. E você acha que se livrará?
12 – Acaso os deuses das nações que foram destruídas pelos meus antepassados os livraram: os deuses de Gozã, de Harã, de Rezefe e dos descendentes de Éden, que estavam em Telassar?
13 – Onde estão o rei de Hamate, o rei de Arpade, o rei da cidade de Sefarvaim, de Hena e de Iva? “
14 – Ezequias recebeu a carta das mãos dos mensageiros e a leu. Então subiu ao templo do Senhor, apresentou-a diante do Senhor
15 – e orou:
16 – “Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, cujo trono está entre os querubins, só tu és Deus sobre todos os reinos da terra. Tu fizeste os céus e a terra.
17 – Dá ouvidos, Senhor, e ouve; abre os teus olhos, Senhor, e vê; escuta todas as palavras que Senaqueribe enviou para insultar o Deus vivo.
18 – “É verdade, Senhor, que os reis assírios fizeram de todas essas nações e de seus territórios um deserto.
19 – Atiraram os deuses delas no fogo e os destruíram, pois em vez de deuses, não passam de madeira e pedra, moldados por mãos humanas.
20 – Agora, Senhor nosso Deus, salva-nos das mãos dele, para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus”.
21 – Então Isaías, filho de Amoz, enviou uma mensagem a Ezequias: “Assim diz o Senhor, Deus de Israel: ‘Ouvi a sua oração acerca de Senaqueribe, rei da Assíria.
22 – Esta é a palavra que o Senhor falou contra ele: ” ‘A virgem cidade de Sião despreza e zomba de você. A cidade de Jerusalém meneia a cabeça enquanto você foge.
23 – De quem você zombou e contra quem blasfemou? Contra quem você ergueu a voz e, contra quem levantou seu olhar arrogante? Contra o Santo de Israel!
24 – Sim, você insultou ao Senhor por meio dos seus mensageiros, dizendo: “Com carros sem conta subi aos mais elevados e inacessíveis cumes do Líbano. Derrubei os seus cedros mais altos, os seus melhores pinheiros. Entrei em suas regiões mais remotas, ao melhor de suas florestas.
25 – Em terras estrangeiras cavei poços e bebi água. Com as solas dos meus pés sequei todos os riachos do Egito”.
26 – ” ‘Você não soube que há muito eu já o havia ordenado que desde os dias da antigüidade eu o havia planejado? Agora eu o executo, e faço você transformar cidades fortificadas em montões de pedra.
27 – Os seus habitantes, já sem forças, desanimam envergonhados. São como pastagens, como brotos tenros e verdes, como capim no terraço, queimado antes de crescer.
28 – ” ‘Eu, porém, sei onde você está quando sai e quando retorna, e como você se enfurece contra mim.
29 – Sim, contra mim você se enfurece, o seu atrevimento chegou aos meus ouvidos; por isso, porei o meu anzol em seu nariz e o meu freio em sua boca, e o farei voltar pelo caminho por onde veio.
30 – ” ‘A você, Ezequias, darei este sinal: ” ‘Neste ano vocês comerão do que crescer por si, e no próximo o que daquilo brotar. Mas no terceiro ano semeiem e colham, plantem vinhas e comam o seu fruto.
31 – Mais uma vez um remanescente da tribo de Judá lançará raízes na terra e encherão de frutos os seus ramos.
32 – De Jerusalém sairão sobreviventes e um remanescente do monte Sião. O zelo do Senhor dos Exércitos realizará isso’.
33 – “Por isso assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria: ” ‘Ele não entrará nesta cidade e não atirará aqui uma flecha sequer. Não virá diante dela com escudo nem construirá rampas de cerco contra ela.
34 – Pelo caminho por onde veio voltará; não entrará nesta cidade’, declara o Senhor.
35 – ” ‘Eu defenderei esta cidade e a salvarei, por amor de mim e por amor de Davi, meu servo! ’ “
36 – Então o anjo do Senhor saiu e matou cento e oitenta e cinco mil homens no acampamento assírio. Quando o povo se levantou na manhã seguinte, só havia cadáveres!
37 – Assim Senaqueribe, rei da Assíria, fugiu do acampamento, voltou para Nínive e lá ficou.
38 – Certo dia, quando adorava no templo de seu deus Nisroque, seus filhos Adrameleque e Sarezer o feriram à espada, e fugiram para a terra de Ararate. E seu filho Esar-Hadom foi o seu sucessor.
versão: NVI(Br)
Neemias 13
Neemias – 13
1 – Naquele dia o livro de Moisés foi lido em voz alta diante do povo, e ali achou-se escrito que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido no povo de Deus,
2 – pois eles, em vez de dar água e comida aos israelitas, tinham contratado Balaão para invocar uma maldição sobre eles. O nosso Deus, porém, transformou a maldição em bênção.
3 – Quando o povo ouviu essa Lei, excluiu de Israel todos que eram de ascendência estrangeira.
4 – Antes disso o sacerdote Eliasibe tinha sido encarregado dos depósitos do templo de nosso Deus. Ele era parente próximo de Tobias,
5 – e lhe havia cedido uma grande sala, anteriormente utilizada para guardar as ofertas de cereal, o incenso, os utensílios do templo, e também os dízimos do trigo, do vinho novo e do azeite prescritos para os levitas, para os cantores e para os porteiros, e as ofertas para os sacerdotes.
6 – Mas, enquanto tudo isso estava acontecendo, eu não estava em Jerusalém, pois no trigésimo segundo ano do reinado de Artaxerxes, rei da Babilônia, voltei ao rei. Algum tempo depois pedi sua permissão
7 – e voltei para Jerusalém. Aqui soube do mal que Eliasibe fizera ao ceder uma sala para Tobias nos pátios do templo de Deus.
8 – Fiquei muito aborrecido e joguei todos os móveis de Tobias fora da sala.
9 – Mandei purificar as salas, e coloquei de volta nelas os utensílios do templo de Deus, com as ofertas de cereal e o incenso.
10 – Também fiquei sabendo que os levitas não tinham recebido a parte que lhes era devida, e que todos os levitas e cantores responsáveis pelo culto haviam voltado para suas próprias terras.
11 – Por isso repreendi os oficiais e lhes perguntei: “Por que essa negligência com o templo de Deus? ” Então eu convoquei os levitas e cantores e os coloquei em seus postos.
12 – E todo o povo de Judá trouxe os dízimos do trigo, do vinho novo e do azeite aos depósitos.
13 – Coloquei o sacerdote Selemias, o escriba Zadoque e um levita chamado Pedaías como encarregados dos depósitos e fiz de Hanã, filho de Zacur, neto de Matanias, assistente deles, porque esses homens eram de confiança, e ficaram responsáveis pela distribuição de suprimentos aos seus colegas.
14 – Lembra-te de mim por isso, meu Deus, e não te esqueças do que fiz com tanta fidelidade pelo templo de meu Deus e pelo seu culto.
15 – Naqueles dias vi que em Judá alguns pisavam uvas nos tanques de prensá-las no sábado e ajuntavam trigo e o carregavam em jumentos, junto com vinho, uvas, figos e todo tipo de carga. Tudo isso era trazido para Jerusalém em pleno sábado. Então os adverti que não vendessem alimento nesse dia.
16 – Havia alguns da cidade de Tiro que moravam em Jerusalém e traziam peixes e toda espécie de mercadoria e as vendiam em Jerusalém, no sábado, para o povo de Judá.
17 – Diante disso, repreendi os nobres de Judá e disse-lhes: “Que mal é esse que vocês estão fazendo, profanando o dia de sábado?
18 – Por acaso os seus antepassados não fizeram o mesmo, levando o nosso Deus a trazer toda essa desgraça sobre nós e sobre esta cidade? Pois agora, profanando o sábado, vocês provocam mais ira contra Israel! “
19 – Quando as sombras da tarde cobriram as portas de Jerusalém na véspera do sábado, ordenei que fossem fechadas e só fossem abertas depois que o sábado tivesse terminado. Coloquei alguns de meus homens de confiança junto às portas, para que nenhum carregamento pudesse ser introduzido no dia de sábado.
20 – Uma ou duas vezes os comerciantes e vendedores de todo tipo de mercadoria passaram a noite do lado de fora de Jerusalém.
21 – Mas eu os adverti, dizendo: Por que vocês passam a noite junto ao muro? Se fizerem isso de novo, mandarei prendê-los. Depois disso não vieram mais no sábado.
22 – Então ordenei aos levitas que se purificassem e fossem vigiar as portas a fim de que o dia de sábado fosse respeitado como sagrado. Lembra-te de mim também por isso, ó meu Deus, e tenha misericórdia de mim conforme o teu grande amor.
23 – Além disso, naqueles dias vi alguns judeus que se haviam casado com mulheres de Asdode, de Amom e de Moabe.
24 – A metade dos seus filhos falavam a língua de Asdode ou a língua de um dos outros povos, e não sabiam falar a língua de Judá.
25 – Eu os repreendi e invoquei maldições sobre eles. Bati em alguns deles e arranquei os seus cabelos. Fiz com que jurassem em nome de Deus e disse-lhes: “Não consintam mais em dar suas filhas em casamento aos filhos deles, nem haja casamento das filhas deles com seus filhos ou com vocês.
26 – Não foi por causa de casamentos como esses que Salomão, rei de Israel, pecou? Entre as muitas nações não havia rei algum como ele. Ele era amado de seu Deus, e Deus o fez rei sobre todo o Israel, mas até mesmo ele foi induzido ao pecado por mulheres estrangeiras.
27 – Como podemos tolerar o que ouvimos? Como podem vocês cometer essa terrível maldade e serem infiéis ao nosso Deus, casando-se com mulheres estrangeiras? “
28 – Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, era genro de Sambalate, o horonita. E eu o expulsei para longe de mim.
29 – Não te esqueças deles, ó meu Deus, pois profanaram o ofício sacerdotal e a aliança do sacerdócio e dos levitas.
30 – Dessa forma purifiquei os sacerdotes e os levitas de tudo o que era estrangeiro, e designei-lhes responsabilidades, cada um em seu próprio cargo.
31 – Também estabeleci regras para as provisões de lenha, determinando as datas certas para serem trazidas, e para os primeiros frutos. Em tua bondade, lembra-te de mim, ó meu Deus.
versão: NVI(Br)
Leitura concluída!
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abs e até amanhã!





e lhe havia cedido uma grande sala, anteriormente utilizada para guardar as ofertas de cereal, o incenso, os utensílios do templo, e também os dízimos do trigo, do vinho novo e do azeite prescritos para os levitas, para os cantores e para os porteiros, e as ofertas para os sacerdotes.